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Justiça aprova pedido de recuperação judicial do Hopi Hari

O juiz Fábio Marcelo Holanda, autor da decisão, nomeou Gilberto Giansante como administrador judicial do processo

Hopi Hari: a empresa tem como principal credor o BNDES, numa operação de cerca de 200 milhões de reais (Divulgação)

Hopi Hari: a empresa tem como principal credor o BNDES, numa operação de cerca de 200 milhões de reais (Divulgação)

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Reuters

Publicado em 26 de outubro de 2016 às 18h53.

Última atualização em 9 de maio de 2017 às 12h04.

São Paulo - O Tribunal de Justiça de São Paulo na comarca de Vinhedo aprovou nesta quarta-feira o pedido de recuperação da operadora de parques temáticos Hopi Hari.

O juiz Fábio Marcelo Holanda, autor da decisão, nomeou Gilberto Giansante como administrador judicial do processo e a dispensa da apresentação de certidões negativas para que a empresa siga operando, assim como a suspensão de prazos de ações e execuções contra a companhia por 180 dias.

O pedido de recuperação, inicialmente protocolado pelo Hopi Hari em agosto, havia sido rejeitado pela justiça no mês passado.

A empresa tem como principal credor o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), numa operação de cerca de 200 milhões de reais.

Segundo Sergio Emerenciano, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados, o caso pode ser o primeiro de maior porte a usar a linha de crédito criada pelo próprio BNDES em agosto, que permite que terceiros comprem ativos de empresas em recuperação judicial além de ofertar capital de giro ligado à transação.

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