Negócios

Fedex quer lucrar com o aumento das exportações de têxteis

  A operação brasileira da empresa americana de logística Fedex, lançou nesta quinta-feira (29/01), no São Paulo Fashion Week, um serviço para facilitar a vida dos exportadores de produtos têxteis que t  m como destino os Estados Unidos. Ao contratar o serviço da Fedex, os exportadores não terão que se preocupar em obter no Banco do […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de outubro de 2010 às 13h16.

 
A operação brasileira da empresa americana de logística Fedex, lançou nesta quinta-feira (29/01), no São Paulo Fashion Week, um serviço para facilitar a vida dos exportadores de produtos têxteis que t  m como destino os Estados Unidos.

Ao contratar o serviço da Fedex, os exportadores não terão que se preocupar em obter no Banco do Brasil, a Fatura VISA, documento exigido pelo governo americano e que é usado para monitorar os volumes de têxteis que entram no país.

Hoje, segundo Guilherme Gatti, diretor de marketing da Fedex para a América do Sul, Porto Rico e Caribe, os exportadores brasileiros levam três dias para obter a fatura. Com o serviço da Fedex, esse prazo ca irá para um dia,  segundo o executivo. "O objetivo   livrar  o exportador  de  todo o processo de liberação alfandegária", diz ele    

Em 2003, a indústria têxtil e de confecção brasileira movimentou cerca de 23 bilhões  de dólares e as exportações renderam ao país cerca de 1,6 bilhão. A expectativa para 2004, segundo a Associação Brasileira de Indústria Têxtil (ABIT), é de que as vendas para o exterior cresçam 20%. "O lançamento do produto é uma estratégia para aproveitar esse crescimento". afirma Gatti.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Negócios

Dia Livre de Impostos mostra peso da tributação no bolso dos brasileiros

Como uma tecnologia uruguaia faz o cartão da Caixa dar 30% de desconto no arroz e no feijão

A empresa que cortou 52 segundos de delay no streaming para faturar mais na Copa do Mundo

Ele trocou 700 funcionários por IA. Agora, vai faturar R$ 130 milhões com call centers virtuais