Negócios

Farmacêutica Lilly cortará 30% de equipe de vendas nos EUA

Farmacêutica planeja demitir cerca de 1.000 representantes para reduzir custos diante de concorrência de medicamentos genéricos


	Unidade da Eli Lilly Nos Estados Unidos: demissões e reorganização estão programas para serem completadas em julho
 (GettyImages)

Unidade da Eli Lilly Nos Estados Unidos: demissões e reorganização estão programas para serem completadas em julho (GettyImages)

DR

Da Redação

Publicado em 12 de abril de 2013 às 09h25.

A farmacêutica norte-americana Eli Lilly planeja demitir cerca de 1.000 representantes de vendas locais para reduzir custos diante de concorrência gerada por medicamentos genéricos - americana e inclui tanto funcionários contratados como terceirizados, informou o WSJ.

Ao final deste ano, o produto mais importante da Lilly atualmente, o antidepressivo Cymbalta, perderá a proteção de sua patente, enquanto fórmulas genéricas do medicamento para osteoporose Evista, que fatura 1 bilhão de dólares por ano, devem chegar ao mercado no início de 2014.

Controles de custo ajudaram a Lilly a superar as expectativas de Wall Street para o trimestre de outubro a dezembro, mas o lucro caiu pela competição com genéricos da droga para esquizofrenia Zyprexa.

Durante o trimestre, a farmacêutica com sede em Indianápolis assumiu encargos de 74,5 milhões de dólares em uma reestruturação global, que incluiu as demissões na área de vendas dos EUA, disse um porta-voz da empresa ao jornal. Naquela época, a companhia não especificou quantos funcionários perderiam seus empregos.

Em janeiro, a Lilly previu um amplo e agressivo controle de gastos para 2013.

As demissões e reorganização estão programas para serem completadas em julho, segundo o jornal.

A Lilly não pode ser imediatamente contatada para comentar o assunto fora do horário comercial dos EUA.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasgestao-de-negociosIndústria farmacêuticaDemissõesDesempregoCortes de custo empresariaisEli Lilly

Mais de Negócios

Aos 34 anos, ele trocou a engenharia de software pela IA e criou plataforma que já faturou US$ 8 mi

Aos 23 anos, ele já lucrou mais de US$ 1 milhão com ações e hoje trabalha apenas 1h30 por dia

OPINIÃO: Nadella matou o SaaS. Só errou a causa da morte

Aos 42 anos, ela trocou o urbanismo por sorvetes artesanais e agora fatura US$ 2,8 milhões por ano