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Empresa japonesa proibe entrada de chineses em loja

Cartaz em loja da fabricante de cosméticos Pola gerou fortes críticas nas redes sociais na China

Escritório da Pola: empresa publicou em seu site um texto escrito em japonês e chinês no qual assegura que identificou a loja e retirou o cartaz (妖精書士/Wikimedia Commons)

Escritório da Pola: empresa publicou em seu site um texto escrito em japonês e chinês no qual assegura que identificou a loja e retirou o cartaz (妖精書士/Wikimedia Commons)

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EFE

Publicado em 26 de novembro de 2017 às 13h12.

Tóquio, 26 nov (EFE).- O fabricante de cosméticos japonês Pola se desculpou por colocar um cartaz que proibia a entrada de cidadãos chineses em um de seus estabelecimentos em Japão, o que gerou fortes críticas nas redes sociais na China.

A empresa publicou em seu site um texto escrito em japonês e chinês no qual assegura que identificou essa loja e que retirou o cartaz com a mensagem em vermelho: "Não entrar gente da China".

"Pedimos desculpas sinceramente e rejeitamos o cartaz que ofendeu e incomodou muita gente", diz o comunicado com data de 25 de novembro.

A companhia, que conta com 4.600 lojas no Japão, garantiu que considera a situação "muito grave", e punirá os responsáveis e suspenderá as operações desse estabelecimento, do qual não divulgou dados.

Nos últimos anos aumentou no Japão o número de turistas chineses, que em 2016 chegou a quatro milhões, muitos dos quais viajam para o país vizinho para realizar compras de cosméticos e produtos tecnológicos. EFE

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