Negócios

Embraer vende três jatos E195 para empresas da Europa

A Belavia, empresa da Belarus, e a Aurigny Air Services devem receber os aviões no primeiro semestre de 2014

Avião E195 da Embraer: a aquisição foi feita para renovação de frota e para aumentar o número de voos diários (Divulgação/Embraer)

Avião E195 da Embraer: a aquisição foi feita para renovação de frota e para aumentar o número de voos diários (Divulgação/Embraer)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de outubro de 2013 às 07h42.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A Embraer assinou contratos com duas empresas aéreas que vão adquirir três aviões E195 no total, segundo comunicado da fabricante brasileira de aviões nesta quinta-feira.

A Belavia, empresa da Belarus, assinou um contrato com a Embraer Aviação Comercial para a compra de dois jatos E195, que serão incluídos na carteira de pedidos da fabricante do terceiro trimestre deste ano.

Já a Aurigny Air Services, companhia aérea regional da ilha de Guernsey, no Canal da Mancha, comprará um jato E195, que também será incluído na carteira do trimestre encerrado em setembro.

Ambas empresas aéreas devem receber os aviões no primeiro semestre de 2014.

No caso da Belavia, os dois jatos E195 vão se juntar a dois jatos E175 já em operação. A aquisição foi feita para renovação de frota.

Já a Aurigny Air Services adicionará seu primeiro jato E195 a sua frota com a compra, já que atualmente opera turboélices com seis frequências diárias na principal rota entre o Aeroporto Londres Gatwick e Guernsey, segundo afirmou a Embraer em nota. O avião será usado para aumentar o número diário de voos.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSetor de transporteempresas-de-tecnologiaVeículosVendasEmbraerTransportesAviões

Mais de Negócios

Ela faturou R$ 1 milhão vendendo chocolate quente com apenas um quiosque na Av. Paulista

Quem são os palestrantes da 1ª edição do Fórum Empreendedor do BTG Pactual Empresas

A distribuidora de R$ 700 milhões que aposta em perfumes e skincare coreano para chegar ao bilhão

Formado em medicina, ele deixou o consultório para criar negócio que faz R$ 8 milhões ao ano