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Embraer revela linha de aviões com conceito verde

A terceiro maior fabricante de aviões do mundo revelou o plano para coincidir com o encontro climático COP26 em Glasgow

A Embraer tornou-se nesta segunda-feira a mais recente fabricante de aviões a revelar conceitos para viagens aéreas ecologicamente corretas, incluindo um avião bicombustível a hélice, enquanto o setor enfrenta uma pressão cada vez maior para reagir ao aquecimento global.

A terceiro maior fabricante de aviões do mundo revelou o plano para coincidir com o encontro climático COP26 em Glasgow, chamando-as de um "bloco de construção" para alcançar metas da indústria de aviação de emissões líquidas zero até 2050. Grupos ambientalistas disseram que as metas são tímidas.

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Em apresentação virtual, a Embraer destacou quatro conceitos com várias combinações de alcance e tecnologia como células de combustível e energia de hidrogênio, acrescentando que vê um mercado potencial para cerca de 4 mil aviões.

Os projetos incluem um avião híbrido-elétrico de nove assentos capaz de reduzir as emissões de carbono em 50% antes de 2030 e um equivalente elétrico de curto alcance, também para nove passageiros, que não teria emissões de carbono e ficaria pronto em 2035.

Também no menu está um avião de 19 lugares movido a células de combustível de hidrogênio em 2035 e um avião de 35 a 50 lugares em 2040 projetado para usar hidrogênio em rotas curtas, apoiado por combustível de aviação sustentável.

A Embraer disse que seus projetos - mantidos em segredo por dois anos - atenderão uma lacuna entre o novo eVTOL e os turboélices ou pequenos jatos de 50 lugares.

A empresa acredita que os pequenos aviões regionais serão os primeiros a abraçar tecnologias inovadoras como o hidrogênio, à frente dos maiores jatos comerciais. Mas especialistas dizem que essas inovações podem se tornar mais amplas.

"É um segmento em que acreditamos que há muitas oportunidades pela frente", disse Arjan Meijer, presidente-executivo da Embraer Aviação Comercial, em entrevista à Reuters.

A Embraer, que foi obrigada no ano passado a abandonar os planos de fusão de sua unidade comercial com a Boeing, disse que está aberta a parcerias para desenvolver os aviões.

O vice-presidente de marketing, Rodrigo Silva e Souza, disse que o reajuste das cadeias globais de suprimentos e a tendência de trabalhar remotamente darão maior ênfase a voos curtos.

A Embraer está avançando com planos para aeronaves elétricas menores de decolagem e pouso vertical (eVTOL) por meio de uma unidade chamada Eve Urban Air Mobility.

Leia a cobertura completa da EXAME sobre a COP26

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