Negócios

Embraer espera 1ª venda internacional de cargueiro neste ano

Segundo o executivo, a empresa mantém contatos com cerca de dez países, de todos os continentes, em diferentes estágios de negociação

Jackson Schneider: "Não posso falar para quem para não colocar em risco o meu negócio", acrescentou (Pilar Olivares/Reuters)

Jackson Schneider: "Não posso falar para quem para não colocar em risco o meu negócio", acrescentou (Pilar Olivares/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 4 de abril de 2017 às 18h46.

Última atualização em 4 de abril de 2017 às 19h05.

Rio de Janeiro - A Embraer está trabalhando para anunciar o primeiro contrato comercial internacional de venda do cargueiro KC-390 ainda este ano, afirmou nesta terça-feira, 4, o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider.

Segundo o executivo, a empresa mantém contatos com cerca de dez países, de todos os continentes, em diferentes estágios de negociação. Clientes em potencial têm visitado a empresa e voado no cargueiro.

Os dois primeiros KC-390 serão entregues em 2018 à Força Aérea Brasileira (FAB), um no primeiro e outro no segundo semestre. No total, a FAB, que participou do desenvolvimento da aeronave, encomendou 28 aviões à Embraer.

Schneider elogiou ainda a nova linha de financiamento às exportações da área de defesa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciada mais cedo pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann.

Para o executivo, o crédito compatível com o oferecido por outros países exportadores é fundamental para dar competitividade aos produtos da Embraer.

"Chegando às mesmas condições de financiamento, tenho certeza de que tenho o melhor produto", afirmou Schneider, no fim do primeiro dia da Laad 2017, feira de negócios do setor de defesa, no Rio.

Acompanhe tudo sobre:Embraer

Mais de Negócios

Do TikTok ao faturamento de US$ 15.000: australiana investe US$ 350 para criar produto próprio

O canal oculto que multiplicou por 10 o faturamento dessas redes de fast-food

'Capital das startups' no Brasil dispara em ranking e entra no top 250 global

A escolha que define se uma franquia recém-criada vai sobreviver