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Dívida da Petrobras pode cair abaixo da meta em 2018, diz Parente

Dívida líquida da companhia fechou 2015 em 5,11 vezes o Ebitda ajustado e caiu para 3,54 vezes em 2016

Pedro Parente: presidente da Petrobras disse que a geração de caixa da companhia, atualmente em um "nível extraordinário", e a valorização do real têm ajudado na desalavancagem da companhia (Reuters/Reuters)

Pedro Parente: presidente da Petrobras disse que a geração de caixa da companhia, atualmente em um "nível extraordinário", e a valorização do real têm ajudado na desalavancagem da companhia (Reuters/Reuters)

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Reuters

Publicado em 4 de abril de 2017 às 11h13.

Última atualização em 4 de abril de 2017 às 14h56.

São Paulo - O índice de alavancagem da Petrobras, medido pela relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) poderá ficar abaixo da meta de 2,5 vezes em 2018, caso seja mantida a atual tendência, embora esse não seja um compromisso da companhia, disse o presidente da empresa, Pedro Parente, em evento em São Paulo nesta terça-feira.

A dívida líquida da companhia fechou 2015 em 5,11 vezes o Ebitda ajustado e caiu para 3,54 vezes em 2016.

Parente disse que a geração de caixa da companhia, atualmente em um "nível extraordinário", e a valorização do real têm ajudado na desalavancagem da petroleira.

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