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Conselho da Petrobras pede cortes no plano de negócios

Ajustes solicitados chegam a 10% do orçamento proposto pela direção da empresa

Lobão, ministro de Minas e Energia: conselho da Petrobras pediu alternativas de cortes (Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr)
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Da Redação

Publicado em 30 de junho de 2011 às 15h51.

Rio de Janeiro – O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (30) que a divulgação do novo plano de negócios da Petrobras depende de cortes orçamentários. Nas últimas reuniões do Conselho de Administração da estatal, foi solicitado o corte de 10% do orçamento proposto pela direção da empresa.

A diretoria da Petrobras chegou a apresentar algumas propostas de cortes no orçamento, mas o Conselho de Administração, na última reunião, considerou insuficientes. “O conselho pediu à direção da Petrobras que fizesse uma reavaliação do plano em alguns aspectos. A direção da Petrobras levou ao conselho alguns pontos que deveriam ser cortados para fazer essa redução. O Conselho preferiu que ela [a direção] estudasse melhor o assunto e apresentasse outras alternativas”, disse Lobão.

Os cortes ainda estão sendo estudados pela direção da Petrobras, mas, segundo o ministro, não afetarão os investimentos em andamento, em especial, nas refinarias. “Não acho que deva haver cortes de natureza nenhuma. Talvez não haja corte nenhum. Dificilmente uma empresa do tamanho da Petrobras consegue aplicar todo seu orçamento no ano”, disse.

Lobão participou hoje da posse do novo diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Manoel Barretto, no Rio de Janeiro.

Sobre a próxima rodada de licitações de blocos de petróleo, já autorizada pelo Conselho Nacional de Pesquisa Energética (CNPE), Lobão disse que presidenta Dilma Rousseff fez questão de examinar pessoalmente o processo e que ela pode aprová-lo a qualquer momento. “Se ela [Dilma] decidir dentro de uma semana ou dentro de um mês, faremos a rodada ainda este ano”, afirmou.

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A diretoria da Petrobras chegou a apresentar algumas propostas de cortes no orçamento, mas o Conselho de Administração, na última reunião, considerou insuficientes. “O conselho pediu à direção da Petrobras que fizesse uma reavaliação do plano em alguns aspectos. A direção da Petrobras levou ao conselho alguns pontos que deveriam ser cortados para fazer essa redução. O Conselho preferiu que ela [a direção] estudasse melhor o assunto e apresentasse outras alternativas”, disse Lobão.

Os cortes ainda estão sendo estudados pela direção da Petrobras, mas, segundo o ministro, não afetarão os investimentos em andamento, em especial, nas refinarias. “Não acho que deva haver cortes de natureza nenhuma. Talvez não haja corte nenhum. Dificilmente uma empresa do tamanho da Petrobras consegue aplicar todo seu orçamento no ano”, disse.

Lobão participou hoje da posse do novo diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Manoel Barretto, no Rio de Janeiro.

Sobre a próxima rodada de licitações de blocos de petróleo, já autorizada pelo Conselho Nacional de Pesquisa Energética (CNPE), Lobão disse que presidenta Dilma Rousseff fez questão de examinar pessoalmente o processo e que ela pode aprová-lo a qualquer momento. “Se ela [Dilma] decidir dentro de uma semana ou dentro de um mês, faremos a rodada ainda este ano”, afirmou.

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