Negócios

Comida para bebês impulsiona vendas globais da Danone

A maior fabricante de iogurte do mundo publicou um aumento maior que o esperado, de 4,6 por cento, nas vendas do terceiro trimestre


	Produtos da Danone: a empresa também recebe 60 por cento de suas receitas de produtos lácteos
 (Bloomberg)

Produtos da Danone: a empresa também recebe 60 por cento de suas receitas de produtos lácteos (Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de outubro de 2015 às 09h53.

Paris - O grupo francês de alimentos Danone disse nesta segunda-feira que esta a caminho de atingir meta do ano, apesar do ainda difícil clima econômico global e de vendas mais fracas na China, onde a empresa começou a reduzir estoques.

A maior fabricante de iogurte do mundo publicou um aumento maior que o esperado, de 4,6 por cento, nas vendas do terceiro trimestre, impulsionadas pela forte venda de comida para bebê e melhora nas vendas da divisão de laticínios.

A Danone, que compete globalmente com a Nestlé e a Unilever, tem tido dificuldades para retomar posição na China depois de uma fórmula infantil ter passado por um recall na Ásia em 2013.

A empresa também recebe 60 por cento de suas receitas de produtos lácteos, um setor atingido pelo menor gasto do conumidor na Europa, afetada por programas de austeridade fiscal.

As vendas do terceiro trimestre subiram para 5,64 bilhões de euros (6,4 bilhões de dólares), com crescimento sob mesmas bases de 4,6 por cento contra 4,5 por cento no segundo trimestre.

As vendas de comida para bebês subiram 10,9 por cento em mesmas bases no trimestre, impulsionadas por exportações da Europa para a China.

O desempenho superou a expectativa média de analistas de crescimento de 4,3 por cento nas vendas totais e de 7,4 por cento nas vendas de comida para bebês.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasÁsiaChinaEmpresas francesasEmpresas suíçasNestléDanone

Mais de Negócios

15 franquias baratas a partir de R$ 5.999 para sair do CLT e começar a empreender

Cica: o que aconteceu com a marca de extrato de tomate que dominou o Brasil nos anos 80

Com receita de R$ 2 bi, Atlas tenta se diferenciar em mercado de fogões cada vez mais iguais

Ela lidera uma indústria invisível — e agora quer levar o negócio para fora do Brasil