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Cofundador da Nike anuncia saída do conselho administrativo

O empresário, de 77 anos, afirmou que Mark Parker é "a melhor opção" para sucedê-lo à frente do conselho


	Phil Knight: o empresário, de 77 anos, afirmou que Mark Parker é "a melhor opção" para sucedê-lo à frente do conselho
 (Getty Images)

Phil Knight: o empresário, de 77 anos, afirmou que Mark Parker é "a melhor opção" para sucedê-lo à frente do conselho (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 1 de julho de 2015 às 14h00.

Nova York - Um dos fundadores da Nike, o empresário Phil Knight, anunciou nesta quarta-feira sua intenção de deixar a presidência do conselho de administração da empresa de material esportivo após mais de 50 anos na empresa.

"Para mim, a Nike sempre foi algo mais que uma simples companhia, foi a paixão da minha vida", disse Knight em comunicado no qual anuncia a transição e propõe o atual executivo-chefe, Mark Parker, para ocupar o cargo a partir de 2016.

O empresário, de 77 anos, afirmou que Parker é "a melhor opção" para sucedê-lo à frente do conselho e destacou que em seus nove anos como executivo-chefe demonstrou seu "amor" à companhia e uma "visão clara" sobre o "tremendo potencial" que tem a Nike.

"Tive o privilégio de trabalhar com Phil e a excepcional equipe dele por mais de 35 anos e estou comprometido a ser fiel à visão de Phil para dirigir a seguinte era de crescimento na Nike", disse, por sua parte, o atual executivo-chefe.

Knight fundou a companhia em 1964 junto a Bill Bowerman, com um investimento inicial de US$ 1 mil, e com os anos se tornou um dos homem mais ricos do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 24 bilhões pela revista Forbes.

A empresa, que começou chamando-se Blue Ribbon Sports em uma cidade do Oregon, mudou de nome em 1978 e desde então se chama Nike, a deusa da vitória na mitologia grega, e hoje é uma das marcas esportivas mais reconhecidas do planeta.

A Nike anunciou na semana passada que fechou seu exercício fiscal 2015 com um aumento nos lucros de 22%, até os US$ 3.273 bilhões, e uma melhora de seu faturamento de 10%, até US$ 30.601 bilhões.

As ações da empresa, um das 30 cotadas no Dow Jones Industrial, subiam para 0,94% na Bolsa de Nova York, onde se revalorizou mais de 13% desde o começo do ano.

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