Negócios

CMPC investirá US$ 2 bi em fábrica de celulose no país

Os planos da CMPC englobam a expansão da capacidade da fábrica das atuais 450 mil toneladas por ano para 1,75 milhão de toneladas

A CMPC comprou a fábrica, localizada no Rio Grande do Sul, da brasileira Fibria Celulose, no final de 2009, por US$ 1,43 bilhão (Chung Sung-Jun/Getty Images)

A CMPC comprou a fábrica, localizada no Rio Grande do Sul, da brasileira Fibria Celulose, no final de 2009, por US$ 1,43 bilhão (Chung Sung-Jun/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de setembro de 2011 às 19h03.

Priorizar nos meus resultados Google

Santiago - A produtora chilena de papel e celulose Empresas CMPC SA pode investir entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões para aumentar em 1,3 milhão de toneladas a capacidade de sua fábrica Celulose Riograndense, em Guaíba, no sul do Brasil. A informação veio de um porta-voz da empresa, confirmando uma reportagem da agência chilena Valor Futuro.

Os planos da CMPC englobam a expansão da capacidade da fábrica das atuais 450 mil toneladas por ano para 1,75 milhão de toneladas, e ainda se encontram nos estágios iniciais, segundo o porta-voz. "O projeto ainda está nos estágios básicos de engenharia, sendo revisado, mas no final pode custar entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões para aumentar a capacidade para 1,75 milhão de toneladas ou até 1,8 milhão".

A CMPC comprou a fábrica, localizada no Rio Grande do Sul, da brasileira Fibria Celulose, no final de 2009, por US$ 1,43 bilhão. Com uma capacidade de produção de celulose de 2,5 milhões de toneladas por ano, a CMPC é a segunda maior produtora de celulose do Chile. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPapel e CeluloseMadeira

Mais de Negócios

A marca de sorvetes que vende 13 milhões de picolés por ano e quer superar R$ 80 milhões com a Cimed

Rede que mira R$ 246 milhões leva fliperamas ao cinema e testa novo negócio em São Paulo

Cimed investe R$ 80 milhões para levar cosméticos coreanos às farmácias brasileiras

Ele superou dívida milionária e lidera a maior escola de oratória do Brasil, que mira R$ 220 milhões