Negócios

Cade dá aval para troca de ativos entre BRF e Marfrig

O presidente da Marfrig, Marcos Molina, e o vice-presidente de assuntos corporativos da BRF, Wilson Melo, estiveram na autarquia para apresentar o modelo de negócio ao Cade

A apresentação foi feita ao conselho Ricardo Ruiz, que estava à frente do processo de acordo entre que compõem a BRF Foods - Sadia e Perdigão (EXAME)

A apresentação foi feita ao conselho Ricardo Ruiz, que estava à frente do processo de acordo entre que compõem a BRF Foods - Sadia e Perdigão (EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de dezembro de 2011 às 15h43.

Brasília - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval, hoje, à operação de troca de ativos entre a BRF Brasil Foods e a Marfrig. Pela manhã, o presidente da Marfrig, Marcos Molina, e o vice-presidente de assuntos corporativos da BRF, Wilson Melo Neto, estiveram na sede da autarquia para apresentar o modelo de negócio aos integrantes do Cade.

Na prática, os executivos foram perguntar se poderiam prosseguir com a negociação anunciada oficialmente na parte da manhã à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A dúvida era saber se o modelo de uma troca seria aceita dentro do Termo de Compromisso de Desempenho (TCD) fechado pela BRF com o Cade. Entre outros pontos, o TCD determinava que a BRF vendesse parte de seus negócios a uma só empresa.

A apresentação foi feita ao conselho Ricardo Ruiz, que estava à frente do processo de acordo entre que compõem a BRF Foods - Sadia e Perdigão. Também estiveram presentes os conselheiros Marcos Paulo Veríssimo, Alessandro Octaviani e Elvino Mendonça, além do procurador-geral da autarquia, Gilvandro Araújo. O presidente do Cade, Fernando Furlan, está impedido de participações de decisões sobre o caso e o conselheiro Carlos Ragazzo foi o relator do processo, votando contra a união entre as duas marcas.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasAlimentos processadosCarnes e derivadosMarfrigAlimentaçãoBRFSadiaFusões e Aquisições

Mais de Negócios

Capital, risco e expansão: como um imigrante estruturou um negócio milionário nos EUA

Este gaúcho vai faturar R$ 150 milhões vendendo uma moto italiana no Brasil

Ele começou com US$ 150 na faculdade e hoje fatura US$ 350 milhões por ano vendendo cookies

Eles começaram com um trailer de praia e hoje comandam uma marca de US$ 250 milhões