Negócios

Cade autoriza operação entre Microsoft e Nokia

A aquisição dos negócios móveis da filandesa pela Microsoft foi estimada em US$ 7,17 bilhões


	Celular da Nokia: a Nokia também outorgará à Microsoft uma licença não exclusiva de dez anos para suas patentes
 (Henrik Kettunen/Bloomberg)

Celular da Nokia: a Nokia também outorgará à Microsoft uma licença não exclusiva de dez anos para suas patentes (Henrik Kettunen/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de novembro de 2013 às 09h56.

Brasília - A Microsoft recebeu aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para adquirir os negócios de telefonia móvel da finlandesa Nokia. Anunciada em setembro, a transação foi estimada em US$ 7,17 bilhões. O negócio inclui aquisição de unidade de aparelhos e serviços - telefones celulares e dispositivos smart -, equipe de design e patentes registradas pela Nokia.

Ainda como parte da operação, a Nokia também outorgará à Microsoft uma licença não exclusiva de dez anos para suas patentes, sendo possível a opção de estendê-la perpetuamente.

A Microsoft outorgará à Nokia uma licença recíproca relacionada aos serviços da Here, que desenvolve produtos e serviços com base em localização para os consumidores, e serviços de conteúdo e plataforma para fabricantes de dispositivos e de automóveis, desenvolvedores de aplicativos, provedores de serviços de internet, comerciantes e publicitários.

A aprovação do negócio entre Microsoft e Nokia está em despacho da Superintendência-Geral do Cade publicado na edição desta sexta-feira, 29, do Diário Oficial da União (DOU).

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaTelecomunicaçõesMicrosoftTecnologia da informaçãoNokia

Mais de Negócios

Linguiça de peixe e geleia de gengibre: a foodtech que nasceu em uma sala de aula no Amapá

Após falência e divórcio, casal supera crise e cria franquia que fatura US$ 1,4 milhão por ano

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano

Aos 28 anos, ela acumulou dívida de US$ 141 mil e criou 'combo' de rendas extras para quitar tudo