Negócios

Cade aprova operação entre Petrobras e Total

Companhias possuem um acordo sobre a venda de uma participação em um bloco exploratório da estatal na Bacia de Pelotas


	Tanques para armazenar petróleo da Petrobras: Total deve adquirir 50 por cento das obrigações e direitos do contrato de concessão, com a Petrobras permanecendo como operadora e líder do consórcio
 (Pedro Lobo/Bloomberg News)

Tanques para armazenar petróleo da Petrobras: Total deve adquirir 50 por cento das obrigações e direitos do contrato de concessão, com a Petrobras permanecendo como operadora e líder do consórcio (Pedro Lobo/Bloomberg News)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de abril de 2014 às 08h36.

São Paulo - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, o acordo entre a Petrobras e a francesa Total, segundo decisão publicada no Diário Oficial desta terça-feira.

A Petrobras e a Total possuem um acordo sobre a venda de uma participação em um bloco exploratório da estatal na Bacia de Pelotas.

Anteriormente, o Cade havia solicitado mais informações das empresas, para verificar se não houve "gun jumping", quando há fechamento de um negócio entre as partes sem a aprovação anterior do órgão antitruste.

Na operação, a Total deve adquirir 50 por cento das obrigações e direitos do contrato de concessão, com a Petrobras permanecendo como operadora e líder do consórcio.

O Contrato de Concessão abrange os Blocos P-M-1269, P-M-1271, P-M-1351 e P-M-1353, todos na fase de exploração, segundo informaram as empresas em documento enviado ao Cade.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasEstatais brasileirasEmpresas estataisPetrobrasCapitalização da PetrobrasPetróleoIndústria do petróleoCombustíveisTotalacordos-empresariaisCade

Mais de Negócios

O segredo da 'engrenagem' que transformou a Decathlon em uma gigante de R$ 100 bi

Ele transforma frutas amazônicas em ingredientes premium para 'gringos' e vai faturar US$ 14 milhões

Parques e atrações turísticas faturam R$ 9,5 bi e investimentos futuros somam R$ 11,5 bi

Aos 18 anos, ele criou negócio de 6 dígitos no quarto e agora revela por que voltou a estudar