Negócios

Cade aprova negócio de Santander, Oi e Rio Alto Gestão

A operação envolve a aquisição, pelo Santander, de 50% das ações preferenciais da Rio Alto, subsidiária integral da Oi


	O órgão antitruste explica que a operação não gera transferência ou alteração do controle da Rio Alto porque o investimento do Santander é limitado às ações preferenciais da companhia
 (Paul Hanna/Reuters)

O órgão antitruste explica que a operação não gera transferência ou alteração do controle da Rio Alto porque o investimento do Santander é limitado às ações preferenciais da companhia (Paul Hanna/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de julho de 2013 às 10h20.

Brasília - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, negócio entre Banco Santander, operadora Oi e Rio Alto Gestão de Créditos e Participações.

A operação envolve a aquisição, pelo Santander, de 50% das ações preferenciais da Rio Alto, subsidiária integral da Oi.

Segundo documento divulgado pelo Cade, com a transação, o Santander "espera obter retorno financeiro, dada a qualidade da carteira em questão, os índices de recuperação esperados, bem como os esforços da Rio Alto, uma vez que sua atividade está exclusivamente relacionada a gestão de carteira de direitos creditórios, cobrança e recuperação de crédito inadimplidos".

O objetivo principal da Rio Alto no negócio, portanto, "é intensificar a recuperação dos créditos inadimplidos provenientes de serviços prestados pela Oi e suas controladas para os segmentos corporativo e empresarial".

O órgão antitruste explica que a operação não gera transferência ou alteração do controle da Rio Alto porque o investimento do Santander é limitado às ações preferenciais da companhia.

A Rio Alto, depois da efetivação do contrato, continuará sendo controlada pela Oi. A aprovação do negócio, celebrado entre as empresas em 1º de julho deste ano, está em despacho da Superintendência-Geral do Cade publicado nesta quarta-feira no "Diário Oficial" da União (DOU).

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasSantanderBancosEmpresas espanholasServiços3GTelecomunicaçõesOperadoras de celularBrasil TelecomOiTelemarEmpresas portuguesasCade

Mais de Negócios

Como homem de 43 anos construiu um patrimônio de sete dígitos depois de perder tudo

Ele começou com R$ 100 e uma creche para cachorros em casa. Hoje o negócio fatura R$ 1 milhão

Ela ouviu mais de 100 nãos e construiu uma empresa avaliada em US$ 25 bi — o Canva

Serasa chega a 100 milhões de brasileiros na base — e vira plataforma de crédito