B3 traz orçamentos da companhia para 2017

As despesas ajustadas, por exemplo, está sendo estimada para ficar entre R$ 1,05 bilhão e R$ 1,1 bilhão no ano

São Paulo - A B3 informou em sua primeira divulgação de resultados após a fusão entre BM&FBovespa e Cetip o orçamento de investimentos e despesas da companhia combinada.

As despesas ajustadas, por exemplo, está sendo estimada para ficar entre R$ 1,05 bilhão e R$ 1,1 bilhão no ano.

Segundo a empresa, esse dado não contempla as despesas com depreciação e amortização, estimadas em R$ 790 milhões a R$ 840 milhões para o ano, valor que inclui também a amortização de tangíveis.

No primeiro trimestre do ano as despesas ajustadas da companhia somaram R$ 252,2 milhões, alta de 8,5% na relação anual, porém queda de 17,3% ante o visto no último trimestre do ano passado.

Esse dado retira do total a depreciação e amortização, concessão de ações e opções, despesas relacionadas à combinação com a Cetip e provisões, tanto as recorrentes como as não-recorrentes.

Considerando ao número total as despesas chegaram em R$ 754,5 milhões, elevação de 135,3% ante o primeiro trimestre de 2016 e alta de 71,9% ante os últimos três meses do ano passado.

No ano passado, a BM&FBovespa havia divulgado um orçamento de despesas para o ano entre R$ 675 milhões até R$ 705 milhões, mas sem, obviamente, considerar a fusão, mas a empresa já havia informado ao mercado que revisaria as estimativas caso a aprovação dos reguladores ocorresse, o que, ao final, aconteceu no dia 22 de março deste ano.

Já o orçamento de investimentos da B3 para 2017 foi estimado entre R$ 250 milhões e R$ 280 milhões, sem considerar, no entanto, os investimentos que serão necessários para a captura de sinergias com a fusão.

No primeiro trimestre já foram investidos R$ 104,6 milhões, sendo R$ 94,6 milhões investidos na própria companhia, principalmente na atualização tecnológica do PUMA e na fase de ações da nova Clearing B3.

No ano passado a BM&FBovespa havia estimado seus investimentos entre R$ 165 milhões e R$ 195 milhões, também sem considerar a companhia combinada.

"Não está havendo nenhuma redução de projetos de investimento. Eles continuam e essa é uma mensagem importante tanto para os clientes quanto para os reguladores. Cetip e BM&FBovespa eram companhias que se somaram e sem se sobrepor na maior parte dos casos", destaca o diretor executivo de Finanças e de Relações com Investidores da B3, Daniel Sonder, em entrevista ao Broadcast.

O executivo reiterou ainda que o compromisso da B3 é de obter sinergias de R$ 100 milhões a partir do terceiro ano da combinação das companhias. (Fernanda Guimarães - fernanda.guimaraes@estadao.com)

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