Negócios

Argentina vai comprar seis KC-390 da Embraer

Chile, Colômbia, Portugal e Republica Tcheca já iniciaram discussões para definir as condições de participação no desenvolvimento e na produção do novo avião de

KC-390: as atuais negociações poderão resultar na venda agregada de 60 aviões desse modelo (DIVULGAÇÃO)

KC-390: as atuais negociações poderão resultar na venda agregada de 60 aviões desse modelo (DIVULGAÇÃO)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de novembro de 2010 às 17h05.

São Paulo – O governo argentino vai comprar seis aeronaves KC-390 da Embraer. O Ministro da Defesa Nelson Jobim e a Ministra da Defesa da Argentina, Nilda Garre, assinaram uma declaração de intenções com vistas a participação do vizinho sul-americano no programa de desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390.

"Trata-se de mais uma forte manifestação de interesse pelo KC-390, o que mostra a aderência deste novo produto as exigências do mercado de transporte militar", disse Orlando Jose Ferreira Neto, vice-presidente executivo da Embraer para o mercado de defesa, em comunicado ao mercado.

Este é o quinto anúncio de negociação de parcerias internacionais para o programa KC-390 feito pela Embraer desde o final de agosto. Chile, Colômbia, Portugal e Republica Tcheca já iniciaram discussões para definir as condições de participação no desenvolvimento e na produção do novo avião de transporte militar.

Em julho, a Forca Aérea Brasileira (FAB) divulgou a intenção de adquirir 28 jatos. Com a entrada da Argentina, as atuais negociações poderão resultar na venda agregada de 60 aviões KC-390 para as Forcas Aéreas dos seis países.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSetor de transporteempresas-de-tecnologiaAmérica LatinaAviaçãoEmbraerArgentina

Mais de Negócios

'Os empregos não vão acabar por causa da IA', diz presidente da Dell no Brasil

Boostlab seleciona startups para novo ciclo de investimentos do BTG Pactual

99 lança delivery de compras e amplia disputa com iFood além da comida

Agentes de IA estão sendo treinados para ataques — e empresa bilionária reage