Negócios

Adidas deposita esperanças na Copa após quedas

Resultados do terceiro trimestre mostraram que a empresa continuou a perder terreno para a rival maior Nike na Europa


	Adidas:  lucro operacional do terceiro trimestre caiu 6% enquanto as vendas recuaram 7%, afetadas por problemas de distribuição na Rússia
 (REUTERS/Michael Dalder)

Adidas:  lucro operacional do terceiro trimestre caiu 6% enquanto as vendas recuaram 7%, afetadas por problemas de distribuição na Rússia (REUTERS/Michael Dalder)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de novembro de 2013 às 10h44.

Frankfurt - A Adidas disse que está mirando as oportunidades de vendas oferecidas pela Copa do Mundo no Brasil no ano que vem, depois que os resultados do terceiro trimestre mostraram que a empresa continuou a perder terreno para a rival maior Nike na Europa.

A Adidas disse que o lucro operacional do terceiro trimestre caiu 6 por cento enquanto as vendas recuaram 7 por cento, afetadas por problemas de distribuição na Rússia, efeitos cambiais e vendas fracas de produtos para golfe.

Apesar da queda de vendas e lucro operacional, o grupo conseguiu melhorar sua margem de lucro bruto, um importante indicador de rentabilidade na indústria de vestuário, em 1,9 ponto percentual, para 49,3 por cento. A melhora veio com preços maiores e mais vendas em lojas próprias.

A Adidas divulgou vendas de 3,88 bilhões de euros e lucro operacional de 463 milhões para o terceiro trimestre, ambos um pouco abaixo de expectativa média de analistas obtida em uma pesquisa da Reuters.

A empresa manteve uma previsão de que as vendas crescerão apenas um dígito percentual baixo em 2013 e que alcançará uma margem operacional de cerca de 8,5 por cento.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasLucroEsportesVendasFutebolEmpresas alemãsAdidasCopa do Mundo

Mais de Negócios

Rappi vira farmácia para entregar remédios em 10 minutos no Brasil

Brasil ganha novo bilionário após IPO do Agibank em Nova York

Porto Digital lança quatro programas para negócios em diferentes estágios

Essa atriz virou empresária e agora comanda uma marca de US$ 724 milhões listada na Bolsa de NY