Mundo

Ucrânia afirma que impediu ataque russo sem precedentes contra Dnipro

A nota afirma que "quatro mísseis de cruzeiro Kh-101/Kh-555 e todos os 20 drones foram destruídos pela defesa antiaérea

Dnipro, uma cidade que tinha quase um milhão de habitantes antes do início da invasão russa, fica a 125 quilômetros da linha de batalha (AFP/AFP Photo)

Dnipro, uma cidade que tinha quase um milhão de habitantes antes do início da invasão russa, fica a 125 quilômetros da linha de batalha (AFP/AFP Photo)

AFP
AFP

Agência de notícias

Publicado em 22 de maio de 2023 às 06h31.

O governo da Ucrânia afirmou nesta segunda-feira, 22, que impediu um bombardeio russo sem precedentes, com mísseis e drones, durante a noite contra a cidade de Dnipro, no centro-leste do país. As autoridades locais afirmaram que sete pessoas ficaram feridas.

"Durante o ataque noturno, a Rússia lançou 16 mísseis de diferentes tipos e 20 drones Shahed", informou o exército ucraniano em um comunicado publicado no Facebook.

A nota afirma que "quatro mísseis de cruzeiro Kh-101/Kh-555 e todos os 20 drones foram destruídos pela defesa antiaérea". As forças de Kiev não informaram as consequências dos 12 mísseis que conseguiram superar os sistemas de defesa do país.

Ataque

O prefeito de Dnipro, Boris Filatov, afirmou no Telegram que, "desde o início da guerra, nunca havia acontecido um bombardeio de tal intensidade" contra a cidade. Dnipro, uma cidade que tinha quase um milhão de habitantes antes do início da invasão russa, fica a 125 quilômetros da linha de batalha.

O governador da região, Sergiy Lisak, informou que "sete pessoas ficaram feridas e duas mulheres, 52 e 70 anos, foram hospitalizadas".

A Rússia intensificou os bombardeios noturnos desde o início de maio e a Ucrânia afirma que suas defesas antiaéreas, reforçadas pela ajuda militar do Ocidente, conseguiu derrubar a maioria dos drones e mísseis.

LEIA TAMBÉM:

Acompanhe tudo sobre:UcrâniaRússiaGuerras

Mais de Mundo

Presidente de Cuba reage à ameaça de Trump de assumir controle da ilha: 'Vamos nos defender'

Bomba escondida da 2ª Guerra coloca em risco 20 mil participantes de rave na França

Japão retoma compra de petróleo russo em meio à crise no Estreito de Ormuz

Spirit Airlines faliu: colapso da aérea pode elevar preço das passagens nos EUA