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Trump volta a defender por que está usando a hidroxicloroquina

Nesta segunda, Trump afirmou que estava tomando um comprimido de hidroxicloroquina ao dia como forma de "prevenção"

Donald Trump: "Ela não machuca as pessoas, está no mercado há sessenta anos ou mais" (Sarah Silbiger/Getty Images)

Donald Trump: "Ela não machuca as pessoas, está no mercado há sessenta anos ou mais" (Sarah Silbiger/Getty Images)

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Reuters

19 de maio de 2020, 17h06

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta terça-feira, 19, o fato de que ele tem tomado hidroxicloroquina como remédio capaz de prevenir o novo coronavírus. "Acho que dá um nível adicional de segurança", comentou ele a repórteres, após reunião com senadores republicanos em Washington.

Trump disse que, em uma pesquisa na qual teve acesso, a hidroxicloroquina havia sido ministrada a "pessoas muito doentes quase mortas", o que para ele teria influenciado o resultado.

Por outro lado, disse que há relatos de uso do medicamento por profissionais na linha de frente da batalha contra o vírus na Itália, na França e em outros lugares.

"Ela não machuca as pessoas, está no mercado há sessenta anos ou mais", disse ele, lembrando que o medicamento já é usado para outras doenças, como a malária. Algumas pesquisas recentes, porém, concluíram que a cloroquina e a hidroxicloroquina aumentam o risco de arritmias cardíacas e são ineficazes contra a covid-19.

Ontem, Trump afirmou que estava tomando um comprimido de hidroxicloroquina ao dia, havia uma semana e meia, mas que não tinha sintomas de coronavírus nem havia sido exposto à doença. Ele disse que tinha consultado um médico da Casa Branca sobre o assunto.