Mundo

STF mantém ação contra vereador de SP Arselino Tatto

O vereador é acusado de usar notas fiscais falsificadas para justificar despesas de campanha eleitoral

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h47.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido para trancar a ação penal contra o vereador de São Paulo Arselino Tatto (PT), acusado de usar notas fiscais falsificadas para justificar despesas de campanha eleitoral. A decisão é do ministro Joaquim Barbosa, relator do pedido.

Em maio do ano passado, Tatto foi denunciado pelo Ministério Público Estadual paulista (MPE) por captação ilícita de recursos na campanha eleitoral de 2008, por ter supostamente usado notas fiscais frias, no valor de R$ 40 mil, a fim de justificar gastos à Justiça Eleitoral. As notas teriam sido falsificadas por seu chefe de gabinete, Osvaldir Barbosa de Freitas, que é co-réu no caso.

O vereador contestava no STF a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que manteve a determinação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo de negar o pedido de trancamento da ação penal. No entanto, o STF manteve a decisão dos outros Tribunais.

Leia mais notícias sobre política

Siga as últimas notícias de Eleições no Twitter

 

Acompanhe tudo sobre:Política no Brasilcidades-brasileirasMetrópoles globaisJustiçaSão Paulo capitalEleiçõesEleições 2010

Mais de Mundo

Trump diz que eleições no Brasil foram 'uma vergonha'

Catar rejeita acusações de interferência nas eleições legislativas de Israel

Eleições nos EUA: por que as votações acontecem em uma terça-feira de novembro?

Eleições em Israel: com blocos sem maioria, partidos árabes viram chave para novo governo