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Rússia diz que prorrogação das sanções é chantagem inútil

O Conselho da UE resolveu ontem estender até o dia 23 de junho de 2016 as sanções contra a Crimeia e o porto de Sebastopol adotadas há um ano


	Soldado ucraniano monta guarda ao lado da vila de Salkovo, na região de Kherson, que fica ao lado da Crimeia
 (Valentyn Ogirenko/Reuters/Reuters)

Soldado ucraniano monta guarda ao lado da vila de Salkovo, na região de Kherson, que fica ao lado da Crimeia (Valentyn Ogirenko/Reuters/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 20 de junho de 2015 às 11h13.

Moscou - O Ministro das Relações Exteriores da Rússia afirmou neste sábado que a Crimeia é parte inalienável do país e que isso não pode ser ameaçado com métodos de "chantagem política e econômica inútil", em resposta à decisão da União Europeia (UE) de prorrogar por um ano as sanções ao território anexado.

"É um erro esperar que isso nos obrigará a ceder em pontos que se referem aos nossos interesses nacionais e em posturas de princípio frente a assuntos chave", afirmou o ministro em comunicado divulgado no site da Chancelaria russa, considerando que a "tática de pressão" das sanções não "conduz a lugar algum".

O Conselho da UE resolveu ontem estender até o dia 23 de junho de 2016 as sanções contra a Crimeia e o porto de Sebastopol adotadas há um ano. A UE também voltou a condenar a Rússia e afirmou que "segue comprometida em implementar plenamente a política de não reconhecimento" da anexação dos desses territórios ucranianos.

Sobre as sanções econômicas que a UE impôs à Rússia há quase um ano pela atuação do país na crise da Ucrânia, a decisão de estendê-las até o fim de janeiro de 2016 já está tomada no nível dos embaixadores dos 28 países-membros do bloco econômico. EFE

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