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Reforma da imigração não chegará antes de agosto, diz Obama

Presidente admitiu pela primeira vez que era pouco provável que a Câmara dos Deputados aprovasse a reforma da imigração antes do recesso de um mês

Migrantes fazem fila para tomar café-da-manhã em Nogales, no México: EUA considera a cidade a de mais alto risco para imigração ilegal (Eric Martin/Bloomberg)
DR

Da Redação

Publicado em 16 de julho de 2013 às 21h56.

Washington - O presidente norte-americano, Barack Obama , admitiu pela primeira vez nesta terça-feira que era pouco provável que a Câmara dos Deputados de maioria republicana aprovasse a reforma da imigração antes do recesso de um mês em agosto.

Em entrevistas gravadas para quatro telejornais hispânicos, Obama disse acreditar que os republicanos precisam de mais tempo para lidar com as preocupações relacionadas à segurança fronteiriça e à mudança demográfica nos Estados Unidos.

"Não acredito que analisem (a reforma) antes do recesso de agosto", declarou Obama em entrevista à afiliada da Telemundo em Dallas.

Depois que o Senado aprovou um exaustivo projeto de lei que inclui a possibilidade de cidadania para milhões de imigrantes ilegais que vivem nos Estados Unidos, Obama sinalizou que a Câmara tinha "tempo mais que suficiente" para revisar a proposta e aprová-la antes do recesso de agosto, quando os parlamentares abandonam Washington e voltam para seus respectivos distritos.

Mas desde então, os republicanos da Câmara têm deixado claro que irão propor as suas próprias reformas e também um plano para abordar o tema da imigração em projetos de lei menores.

Obama, que fez da reforma da imigração a prioridade de seu segundo mandato, disse que havia "perigo" ao tratar o tema da imigração em partes separadas, mas se recusou a especular sobre o que aconteceria se a Câmara dos Deputados não aprovasse o projeto de lei.

"Eu acho que há uma tendência para adiar as coisas difíceis até o fim. E se você comer a sua sobremesa antes da comida, pelo menos em relação às minhas filhas, às vezes não acabam comendo seus vegetais", disse Obama ao canal Telemundo.

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Em entrevistas gravadas para quatro telejornais hispânicos, Obama disse acreditar que os republicanos precisam de mais tempo para lidar com as preocupações relacionadas à segurança fronteiriça e à mudança demográfica nos Estados Unidos.

"Não acredito que analisem (a reforma) antes do recesso de agosto", declarou Obama em entrevista à afiliada da Telemundo em Dallas.

Depois que o Senado aprovou um exaustivo projeto de lei que inclui a possibilidade de cidadania para milhões de imigrantes ilegais que vivem nos Estados Unidos, Obama sinalizou que a Câmara tinha "tempo mais que suficiente" para revisar a proposta e aprová-la antes do recesso de agosto, quando os parlamentares abandonam Washington e voltam para seus respectivos distritos.

Mas desde então, os republicanos da Câmara têm deixado claro que irão propor as suas próprias reformas e também um plano para abordar o tema da imigração em projetos de lei menores.

Obama, que fez da reforma da imigração a prioridade de seu segundo mandato, disse que havia "perigo" ao tratar o tema da imigração em partes separadas, mas se recusou a especular sobre o que aconteceria se a Câmara dos Deputados não aprovasse o projeto de lei.

"Eu acho que há uma tendência para adiar as coisas difíceis até o fim. E se você comer a sua sobremesa antes da comida, pelo menos em relação às minhas filhas, às vezes não acabam comendo seus vegetais", disse Obama ao canal Telemundo.

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