Mundo

Pyongyang vive dia de calma após morte de Kim Jong-il

O trânsito flui com tranquilidade na capital norte-coreana e os cidadãos mantêm a calma apesar de saberem ao meio-dia, hora local, sobre a morte do ditador comunista

Coreia do Norte (Getty Images)

Coreia do Norte (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de dezembro de 2011 às 06h20.

Tóquio - As ruas de Pyongyang estão nesta segunda-feira em 'calma' após o anúncio da morte do líder norte-coreano Kim Jong-il, enquanto alguns negócios fecharam suas portas e grupos de pessoas exibem retratos em sua honra, informa a agência japonesa 'Kyodo'.

O trânsito flui com tranquilidade na capital norte-coreana e os cidadãos mantêm a calma apesar de saberem ao meio-dia, hora local, sobre a morte do ditador comunista, de acordo com a 'Kyodo', que cita uma fonte diplomática em Pyongyang.

Muitos dos negócios da cidade suspenderam suas atividades comerciais, enquanto cidadãos reunidos em torno dos principais monumentos da capital podem ser vistos com retratos de Kim Jong-il, acrescenta a fonte.

'Se vê as pessoas indo para seus trabalhos como de costume e o trânsito está normal', disse o diplomata, que não foi identificado, antes de acrescentar que Pyongyang 'está tranquila e as pessoas se organizam ao redor dos monumentos nas ruas' para chorar a morte de Kim.

Kim Jong-il, de 69 anos, morreu no sábado passado por causa de um infarto durante uma viagem de trem, anunciou a televisão estatal norte-coreana 'KCTV'.

O ditador norte-coreano tinha sofrido uma apoplexia em agosto de 2008 e desde então havia vários rumores sobre seu debilitado estado de saúde.

Seu funeral vai ser em Pyongyang no dia 28 de dezembro e será presidido por seu filho mais novo e sucessor, Kim Jong-un, segundo a agência estatal da Coreia do Norte 'KCNA'. 

Acompanhe tudo sobre:Coreia do NorteÁsiaComunismo

Mais de Mundo

Irã pede à Fifa vistos múltiplos para jogadores durante Copa do Mundo

Irã afirma ter atacado base aérea dos EUA após ofensiva no sul do país

Ebola no Congo já soma 238 mortes suspeitas, diz governo

Irã acusa EUA de violar cessar-fogo após ataque em Bandar Abbas