Mundo

Primeira-dama dos EUA faz elogios a Obama em programa de TV

Michelle disse que o marido é "atraente e apaixonado"


	Michelle observa Obama conversando com parentes de vítimas dos atentados: "quem não se apaixonaria por um homem como ele?", indagou 
 (Getty Images)

Michelle observa Obama conversando com parentes de vítimas dos atentados: "quem não se apaixonaria por um homem como ele?", indagou  (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de abril de 2013 às 14h01.

Washington - Durante sua participação no programa televisivo Entertainment Tonight, da emissora "CBS", a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, fez inúmeros elogios ao seu marido, Barack Obama, ressaltando que o mesmo é "atraente e apaixonado".

Durante o programa, exibido na noite de ontem, a apresentadora Rocsi Díaz perguntou a Michelle como é ser casada com um "símbolo sexual" ao estilo de John F.Kennedy e Bill Clinton, ou seja, com o presidente dos EUA.

"Obama tem desenvoltura e um pouquinho de arrogância ao caminhar. Me entende?", respondeu Michelle, que completou: "Isso é bom. Quero dizer, eu estou orgulhosa dele. Tem estilo e é um homem saudável, inteligente, apaixonado e inspirador".

"Quem não se apaixonaria por um homem como ele?", indagou a primeira-dama dos EUA.

Além de falar sobre o lado marido do presidente americano, Michelle também respondeu perguntas sobre uma de suas decisões mais comentadas dos últimos meses: o novo penteado, aderindo à moda da franja reta cobrindo a testa.

"É divertido, mas sabe? Eu sou como uma moçinha: qual será o próximo?", afirmou Michelle, que ressaltou: "Agora que a franja está crescendo é um pouco incomodo. Mas, tudo bem, posso seguir com ela". 

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPaíses ricosEstados Unidos (EUA)Barack ObamaMichelle Obama

Mais de Mundo

Presidente de Cuba reage à ameaça de Trump de assumir controle da ilha: 'Vamos nos defender'

Bomba escondida da 2ª Guerra coloca em risco 20 mil participantes de rave na França

Japão retoma compra de petróleo russo em meio à crise no Estreito de Ormuz

Spirit Airlines faliu: colapso da aérea pode elevar preço das passagens nos EUA