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Premiê do Iraque pede que país seja base de guerra contra EI

O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, pediu que à comunidade internacional que seu país seja o ponto de partida de uma guerra mundial contra o EI


	Combatentes do Estado Islâmico: Nuri al-Maliki está em fim de mandato
 (AFP)

Combatentes do Estado Islâmico: Nuri al-Maliki está em fim de mandato (AFP)

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Da Redação

Publicado em 3 de setembro de 2014 às 14h38.

Bagdá - O primeiro-ministro iraquiano em fim de mandato, Nuri al-Maliki, pediu nesta quarta-feira à comunidade internacional que seu país seja o ponto de partida de uma "guerra mundial" contra o terrorismo do jihadista Estado Islâmico (EI).

"O mundo se deu conta do perigo que o EI representa. Embora tenha sido tarde, já sabem que sua ameaça não tem fronteiras", ressaltou al-Maliki em seu discurso semanal transmitido pela TV oficial.

O político afirmou que esse perigo uniu os países na adoção de uma postura que respalda a vontade dos povos, que é "limpar o país da profanação do EI". Ele disse que essas posturas não teriam sido tomadas sem a decisão e vontade do governo e do povo iraquiano em enviar uma mensagem de que o Iraque é o ponto de partida para lançar uma guerra contra o terrorismo.

"Se desejam uma guerra mundial contra o terrorismo, que parta do Iraque", declarou.

Além disso, al-Maliki adiantou que seu país será "o túmulo do EI e que seus membros começaram a fugir da cidade de Mossul e muitas outras zonas do Iraque porque perceberam a seriedade, a vontade e a força para limpar as regiões onde estão presentes"

Em 10 de junho, o Estado Islâmico fez com o controle de Mossul e, a partir de então, estendeu sua conquista a outras regiões no norte do país. Por sua vez declarou um califado nos territórios da Síria e Iraque em que dominam.

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