Mundo

Premiê belga considera ataques "cegos, violentos e covardes"

"Temíamos um atentado terrorista e aconteceu", afirmou Michel em uma entrevista coletiva


	O primeiro-ministro belga, Charles Michel: "temíamos um atentado terrorista e aconteceu"
 (Carl Court/Getty Images)

O primeiro-ministro belga, Charles Michel: "temíamos um atentado terrorista e aconteceu" (Carl Court/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de março de 2016 às 10h50.

O primeiro-ministro belga, Charles Michel, condenou nesta terça-feira os "atentados cegos, violentos e covardes" que aconteceram em Bruxelas, no aeroporto internacional e em uma estação de metrô do distrito europeu da capital.

"Temíamos um atentado terrorista e aconteceu", afirmou Michel em uma entrevista coletiva, na qual pediu à população "tranquilidade e solidariedade".

Os atentados deixaram "muitos mortos, muitos feridos graves", completou, sem anunciar um balanço preciso.

Ao menos 21 pessoas morreram, segundo o corpo de bombeiros.

"É um momento trágico, um momento negro para o reino", afirmou o chefe de Governo.

Ao menos três explosões abalaram nesta terça-feira a capital belga. Duas aconteceram no hall de embarque do aeroporto internacional de Bruxelas.

Uma delas teria sido provocada por um "homem-bomba"", informou o procurador-geral federal da Bélgica, Frederic Van Leeuw.

Outra explosão aconteceu no metrô de Bruxelas, na estação Maalbeek, no distrito europeu.

As explosões desta terça-feira acontecem após a detenção na sexta-feira em Bruxelas de Saleh Abdeslam, principal suspeito dos ataques terroristas de Paris em novembro, após quatro meses de uma operação de busca e captura.

Acompanhe tudo sobre:TerrorismoAtaques terroristasPaíses ricosEuropaBélgica

Mais de Mundo

Inflação na Argentina acelera em dezembro, mas índice anual é o menor desde 2017

Trump repudia mortes em protestos no Irã: 'Eles vão pagar um preço muito alto'

Crise no Irã: entenda o que está acontecendo, e por que isso importa

China define metas para combater descarte ilegal e ampliar reciclagem até 2030