Mundo

Polícia australiana contacta sequestrador por solução

A polícia realiza um acompanhamento do Facebook e do Twitter para encontrar informação sobre o assaltante


	Refém deixa a cafeteria e corre em direção à polícia em Sydney: cinco pessoas conseguiram sair da cafeteria
 (Saeed Khan)

Refém deixa a cafeteria e corre em direção à polícia em Sydney: cinco pessoas conseguiram sair da cafeteria (Saeed Khan)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de dezembro de 2014 às 07h22.

Sydney - A Polícia da Austrália entrou em contato com o homem que retém um número indeterminado de reféns em uma lanchonete de Sydney e assegura que quer resolver o sequestro de forma pacífica.

A vice-delegada da Polícia de Nova Gales do Sul, Catherine Burn, disse que estiveram em contato com o sequestrador "de várias maneiras".

"Queremos resolver esta situação de forma pacífica. Pode ser que leve tempo, mas esta é nossa intenção", disse Catherine.

Ela evitou dar mais detalhes, incluindo o número de pessoas retidas, por se tratar de uma operação que segue em andamento, embora tenha insistido que a Polícia age seguindo um sistema testado.

Também disse que no caso trabalham os melhores negociadores e todos os recursos da Polícia, que realiza um acompanhamento do Facebook e do Twitter para encontrar informação sobre o assaltante.

Perguntada se há bombas escondidas em Sydney, Catherine disse que a Polícia se desdobrou por toda a cidade sem que por enquanto tenha sido encontrado algum pacote suspeito e insistiu que a prioridade é resolver o sequestro da cafeteria.

A Polícia fechou parte do centro de Sydney e evacuou os moradores como medida de precaução o que, segundo Catherine, não teve consequências de destaque no funcionamento do transporte púbico.

"Devemos continuar levando a vida normalmente. Há uma zona de exclusão mas além disto, os outros prédios operam com normalidade", assinalou a vice-delegada.

Um homem armado, de cerca de 40 anos de idade, mantém retidos os civis no Lindt Chocolate Café, situado na área comercial de Martin Place da cidade australiana, desde o começo da manhã.

Duas supostas reféns, uma mulher que trabalha no local e um cliente, seguravam contra o vidro da entrada uma bandeira negra com um texto em árabe no qual se lê "Não há outro Deus que Alá e Maomé é o mensageiro de Deus".

Cinco pessoas conseguiram sair da cafeteria onde a Polícia acredita que o número de reféns não passe de 30. 

Acompanhe tudo sobre:AustráliaPaíses ricosCrimeSequestros

Mais de Mundo

Groenlândia vira trunfo geopolítico de Trump em Davos

Veja a lista dos convidados de Trump para o 'Conselho de Paz para Gaza'

França rejeita integrar 'Conselho de Paz para Gaza' com condições atuais de Trump

Presidente eleito do Chile enfrenta crise de incêndios florestais, que deixaram 19 mortos