Mundo

Pfizer confirma que EUA vão comprar 500 milhões de doses para doação

A informação foi adiantada ontem pela imprensa americana e deve ser confirmada ainda hoje pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em discurso antes do início da cúpula do G7

 (Dado Ruvic/Reuters)

(Dado Ruvic/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 10 de junho de 2021 às 08h08.

A Pfizer confirmou nesta madrugada de quinta-feira (10) que os Estados Unidos vão comprar 500 milhões de doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica em parceria com a BioNTech para doação a outros países. A informação foi adiantada ontem pela imprensa americana e deve ser confirmada ainda hoje pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em discurso antes do início da cúpula do G7.

Como a política dos EUA pode afetar os investimentos? Aprenda a investir com a EXAME Academy

De acordo com o comunicado publicado pela Pfizer, essas vacinas serão vendidas a preço de custo, sendo 200 milhões de doses entregues a partir de agosto de 2021 e 300 milhões no primeiro semestre de 2022. Os EUA devem distribuí-las ao mundo por meio do mecanismo Covax Facility, consórcio criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para diminuir a desigualdade no acesso a imunizantes contra o novo coronavírus.

“Nossa parceria com o governo dos EUA ajudará a levar centenas de milhões de doses de nossa vacina aos países mais pobres do mundo o mais rápido possível", diz o CEO da Pfizer, Albert Bourla, na nota. "A covid-10 impactou a todos, em todos os lugares, e para vencer a batalha contra esta pandemia, devemos garantir o acesso rápido às vacinas para todos", acrescenta.

  • Quer saber tudo sobre o ritmo da vacinação contra a covid-19 no Brasil e no Mundo? Assine a EXAME e fique por dentro.
Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)PfizerDoações

Mais de Mundo

Secretário dos EUA sugere a cubanos que construam 'nova Cuba' proposta por Trump

Fifa monitora surto de Ebola no Congo antes da Copa do Mundo 2026

Irã ameaça ampliar guerra para além do Oriente Médio após Trump cogitar novos ataques

AIEA alerta para risco de liberação radioativa em ataques a usinas nucleares