Mundo

Passaportes falsos podem ter sido usados em voo malaio

Ministérios de Relações Exteriores de Roma e Viena confirmaram que os nomes de dois listados no voo eram compatíveis com os de passaportes relatados como roubados

Malaysia Airlines: o ministério das Relações Exteriores da Itália afirmou neste sábado que um homem italiano, cujo nome foi listado entre aqueles a bordo, está viajando na Tailândia e não estava no avião (REUTERS/Samsul)

Malaysia Airlines: o ministério das Relações Exteriores da Itália afirmou neste sábado que um homem italiano, cujo nome foi listado entre aqueles a bordo, está viajando na Tailândia e não estava no avião (REUTERS/Samsul)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de março de 2014 às 13h44.

Priorizar nos meus resultados Google

Roma - Autoridades dos ministérios de Relações Exteriores de Roma e Viena confirmaram que os nomes de duas pessoas listados no manifesto do voo que desapareceu entre Malásia e China eram compatíveis com os de passaportes relatados como roubados.

O ministério das Relações Exteriores da Itália afirmou neste sábado que um homem italiano, cujo nome foi listado entre aqueles a bordo, está viajando na Tailândia e não estava no avião.

Um funcionário do ministério confirmou, sob condição de anonimato, reportagens italianas de que Luigi Maraldi havia registrado que seu passaporte havia sido roubado em agosto passado.

A agência de notícias italiana ANSA afirma que Maraldi ligou para casa depois de relatos de que um italiano com o seu nome estava a bordo do avião.

O porta-voz do ministério de Relações Exteriores da Áustria, Martin Weiss, confirmou que um nome listado no manifesto coincide com um passaporte austríaco roubado há dois anos na Tailândia. Weiss não confirmou a identidade. Fonte: Associated Press.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaMetrópoles globaisChinaMalásiaRomaViena (Áustria)

Mais de Mundo

Por que multinacionais aumentam a aposta no petróleo da Venezuela após anos de queda na produção

Às vésperas das eleições no Brasil, Trump diz que ajudou a eleger políticos de direita na região

Por que a ApexBrasil abriu sua 1ª base na África em um país que cresce 9% ao ano

Fiocruz quer vender medicamentos à África pelo mesmo preço oferecido ao SUS