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Para EUA, jornalista americano desaparecido há seis anos está vivo

Porta-voz do Departamento de Estado se negou a dar informação sobre como os EUA chegaram a essa conclusão ou onde está detido e por quem

EUA: No começo deste ano, o governo americano ofereceu uma recompensa de um milhão de dólares por informação sobre seu paradeiro (Shannon Stapleton/Reuters)

EUA: No começo deste ano, o governo americano ofereceu uma recompensa de um milhão de dólares por informação sobre seu paradeiro (Shannon Stapleton/Reuters)

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AFP

Publicado em 14 de agosto de 2018 às 21h57.

O governo de Donald Trump acredita que o jornalista americano Austin Tice, que desapareceu há seis anos, depois de supostamente ter sido preso na Síria, continua vivo.

"Acreditamos que ele está vivo", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, no sexto aniversário de seu desaparecimento.

"Continuamos profundamente preocupados por seu bem-estar, e estamos trabalhando ativamente para trazer Austin Tice para casa", acrescentou.

Nauert se negou a dar informação sobre como os Estados Unidos chegaram a essa conclusão ou onde está detido e por quem.

Tice é um fotojornalista independente que trabalhava para a AFP, McClatchy News, The Washington Post, CBS e outras organizações de notícias quando foi detido em um posto de controle cerca de Damasco, em 14 de agosto de 2012.

Um ex-marine, Tice apareceu com os olhos vendados e sob custódia de um grupo não identificado de homens armados, um mês mais tarde.

Desde então, não houve informação oficial sobre se ele está vivo ou morto.

No começo deste ano, o governo dos Estados Unidos ofereceu uma recompensa de um milhão de dólares por informação sobre seu paradeiro.

Em declaração ao The Washington Post, seus pais disseram que esperavam que a administração Trump iniciou conversações diretas com o governo sírio para tentar sua libertação.

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