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Países criam comitê de resposta à ameaças da Coreia do Norte

Os EUA e a Coreia do Sul decidiram pela criação após a última reunião bilateral de Segurança e Defesa, realizada entre terça e quarta-feira em Washington

Os EUA e a Coreia do Sul decidiram pela criação após a última reunião bilateral de Segurança e Defesa, realizada entre terça e quarta-feira em Washington (Stephan/Flickr/Creative Commons)
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Da Redação

Publicado em 16 de abril de 2015 às 11h08.

Seul - Os Estados Unidos e a Coreia do Sul acertaram a criação de um novo comitê militar para responder os testes de mísseis e as ameaças nucleares da Coreia do Norte , anunciou nesta quinta-feira o Ministério da Defesa sul-coreano.

O Comitê de Dissuasão Estratégica (DSC, na sigla em inglês) integrará outras duas comissões já existentes e dedicadas também a analisar as atividades militares de Pyongyang, explicou o governo sul-coreano em comunicado.

Os EUA e a Coreia do Sul decidiram pela criação após a última reunião bilateral de Segurança e Defesa, realizada entre terça e quarta-feira em Washington, que contou com a presença do alto escalão militar e governamental dos países aliados.

O novo comitê permitirá a coordenação dos planos para "responder com mais eficiências às ameaças nucleares e de mísseis da Coreia do Norte", assim como "reforçará a capacidade de ataque e o guarda-chuva antimísseis dos EUA" no país, afirmou o governo sul-coreano.

A medida foi anunciada uma semana depois da primeira visita do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, à Coreia do Sul. Em Seul, ele denunciou os recentes testes de mísseis de Pyongyang e se comprometeu a intensificar o papel americano contra as ameaças do regime de Kim Jong-un.

Os dois países também decidiram continuar estreitando a cooperação militar através de manobras conjuntas, como as realizadas desde março em território sul-coreano.

A Coreia do Norte respondeu à movimentação das tropas com fortes ameaças e lançamentos de mísseis ao mar, ao considerá-las como "um ensaio de invasão ao país".

Os EUA mantêm 28,5 mil soldados na Coreia do Sul e se compromete a defender seu aliado no caso de um ataque da Coreia do Norte. EFE

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Os EUA e a Coreia do Sul decidiram pela criação após a última reunião bilateral de Segurança e Defesa, realizada entre terça e quarta-feira em Washington, que contou com a presença do alto escalão militar e governamental dos países aliados.

O novo comitê permitirá a coordenação dos planos para "responder com mais eficiências às ameaças nucleares e de mísseis da Coreia do Norte", assim como "reforçará a capacidade de ataque e o guarda-chuva antimísseis dos EUA" no país, afirmou o governo sul-coreano.

A medida foi anunciada uma semana depois da primeira visita do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, à Coreia do Sul. Em Seul, ele denunciou os recentes testes de mísseis de Pyongyang e se comprometeu a intensificar o papel americano contra as ameaças do regime de Kim Jong-un.

Os dois países também decidiram continuar estreitando a cooperação militar através de manobras conjuntas, como as realizadas desde março em território sul-coreano.

A Coreia do Norte respondeu à movimentação das tropas com fortes ameaças e lançamentos de mísseis ao mar, ao considerá-las como "um ensaio de invasão ao país".

Os EUA mantêm 28,5 mil soldados na Coreia do Sul e se compromete a defender seu aliado no caso de um ataque da Coreia do Norte. EFE

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