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ONS avalia desligar termelétricas mais caras, diz diretor

As termelétricas estão em operação devido à redução dos níveis dos reservatórios em todo o país e consequentemente da capacidade de gerar energia


	Térmica de Uruguaiana: de acordo com o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, o assunto será levado à reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, marcada para o dia 9 de maio.
 (Divulgação / EXAME)

Térmica de Uruguaiana: de acordo com o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, o assunto será levado à reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, marcada para o dia 9 de maio. (Divulgação / EXAME)

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Da Redação

Publicado em 29 de abril de 2013 às 15h13.

Rio de Janeiro – Com a normalização dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) analisa desligar as termelétricas que têm custo de operação mais alto. As termelétricas estão em operação devido à redução dos níveis dos reservatórios em todo o país e consequentemente da capacidade de gerar energia a partir da hidroeletricidade, entre o final do ano passado e o início deste ano.

De acordo com o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, o assunto será levado à reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, marcada para o dia 9 de maio. “Há térmicas de pequena capacidade com custo muito alto. Pode ser que essas sejam contempladas nessa decisão”, disse.

Segundo Chipp, será feita uma avaliação da perspectiva de nível dos reservatórios para os próximos meses. Caso o comitê considere que o nível ficará abaixo da meta, não será possível desligar nenhuma usina termelétrica. “Mas se você para um pequeno volume [de térmicas] e depois a coisa não acontece como se previu, o comitê tem a prerrogativa de voltar a despachar [religar as usinas].”

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