Mundo

Obama quer trabalhar com a China por livre comércio

Obama disse que também espera ansiosamente continuar as discussões sobre direitos humanos com a China

Obama acredita que países podem trabalhar em conjunto para promover um crescimento econômico equilibrado  (.)

Obama acredita que países podem trabalhar em conjunto para promover um crescimento econômico equilibrado (.)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h46.

Washington - O presidente norte-americano, Barack Obama, disse hoje que os Estados Unidos e a China podem trabalhar em conjunto para promover um crescimento econômico equilibrado e um comércio que seja "livre e justo", enquanto autoridades dos EUA se encontram com suas colegas chinesas para discutir interesses econômicos no Diálogo Estratégico e Econômico anual.

Obama disse que também espera ansiosamente continuar as discussões sobre direitos humanos com a China. "Nossos dois países podem nem sempre concordar em todos os assuntos, mas esse diálogo também permite que nos comuniquemos e nos entendamos melhor um ao outro", disse o presidente em um comunicado, enquanto dois dos principais membros de sua equipe, a secretária de Estado, Hillary Clinton, e o secretário do Departamento de Tesouro, Timothy Geithner, estão na China.

Obama acrescentou que "isso inclui o permanente compromisso dos EUA com aqueles direitos humanos que são universais e com a dignidade de todos os povos".

Mais cedo, o presidente da China, Hu Jintao, abriu os dois dias de conversações entre autoridades de seu país e dos EUA em Pequim, repetindo a promessa de continuar a reforma do regime de taxa de câmbio chinesa. Mas ele não mencionou as tensões internacionais com o Irã ou com a Coreia do Norte, que Hillary tinha destacado em seu discurso de abertura como áreas onde os EUA e a China devem cooperar diplomaticamente. As informações são da Dow Jones.

Quarenta e seis projetos das principais instituições de pesquisa do Estado de São Paulo foram inscritos na primeira chamada pública do convênio, que recebeu inscrições até 12 de abril. Nesta primeira etapa serão investidos até R$ 10 milhões.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosComércioÁsiaChinaComércio exteriorBarack Obama

Mais de Mundo

No 26º dia de guerra: Irã nega diálogos com os EUA e rejeita plano de Trump para acabar com conflito

Montadoras chinesas crescem na América Latina, África e Ásia

Governo dos EUA autoriza venda de combustível com maior teor de etanol diante de possível escassez

Uso de carvão ganha força no mundo com alta do preço do petróleo