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Obama pede à Coreia do Norte que detenha "atitude agressiva"

"Ninguém quer ver um conflito" com a Coreia do Norte, mas os Estados Unidos estão prontos para tomar as medidas necessárias para se proteger


	"Os Estados Unidos darão todos os passos necessários para proteger seu povo e cumprir as obrigações em virtude de nossas alianças na região", disse o presidente
 (AFP / Spencer Platt)

"Os Estados Unidos darão todos os passos necessários para proteger seu povo e cumprir as obrigações em virtude de nossas alianças na região", disse o presidente (AFP / Spencer Platt)

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Da Redação

Publicado em 11 de abril de 2013 às 18h09.

O presidente americano, Barack Obama, pediu nesta quinta-feira à Coreia do Norte que detenha sua "atitude agressiva", por ocasião de um encontro na Casa Branca com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

"Ninguém quer ver um conflito" com a Coreia do Norte, mas os Estados Unidos estão prontos para tomar as medidas necessárias para se proteger.

"Os Estados Unidos darão todos os passos necessários para proteger seu povo e cumprir as obrigações em virtude de nossas alianças na região", disse o presidente durante breve discurso no Salão Oval.

"Ambos (ele e Ban) estamos de acordo em que agora é o momento de que a Coreia do Norte ponha fim ao tipo de atitude agressiva que vem tendo", afirmou Obama.

Embora o presidente americano tenha dito que Washington continuará tentando "de trabalhar para resolver alguns destes assuntos de forma diplomática", deixou claro que seu país estará pronto para defender qualquer eventualidade e defender seus aliados.

Segundo o presidente, "é importante para a Coreia do Norte, como para qualquer outro país do mundo, observar as regras e normas básicas".

Mais cedo nesta quinta-feira, o grupo de chanceleres do G8, inclusive o secretário de Estado americano, John Kerry, condenaram duramente o regime de Pyongyang por seu programa nuclear, advertindo que seria objeto de mais sanções caso lance um míssil.

A Coreia do Norte ameaçou lançar ataques nucleares contra territórios dos Estados Unidos e seus aliados no nordeste da Ásia, em represália às sanções impostas pela ONU a partir do teste nuclear que realizou em dezembro passado.

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