Mundo

Obama condena ataque e oferece ajuda ao governo francês

O presidente afirma que orientou sua administração a oferecer o apoio que for necessário para "ajudar a trazer estes terroristas para a Justiça"


	Obama: "Condeno veementemente o terrível tiroteio", afirma comunicado divulgado pela Casa Branca
 (Jim Watson/AFP)

Obama: "Condeno veementemente o terrível tiroteio", afirma comunicado divulgado pela Casa Branca (Jim Watson/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de janeiro de 2015 às 14h37.

Priorizar nos meus resultados Google

Nova York - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou o ataque à redação da revista Charlie Hebdo em Paris, que matou 12 pessoas.

"Condeno veementemente o terrível tiroteio", afirma um comunicado divulgado pela Casa Branca nesta quarta-feira.

"A França é o mais antigo aliado da América e tem ficado lado a lado com os Estados Unidos na luta contra terroristas que ameaçam o mundo e nossa segurança comum", destaca Obama.

"A França e a grande cidade de Paris, onde esse ultrajante ataque ocorreu, oferecem ao mundo um exemplo atemporal que permanecerá muito além da visão odiosa desses assassinos."

O presidente afirma no texto estar em contato com autoridades francesas e que orientou sua administração a oferecer o apoio que for necessário para "ajudar a trazer estes terroristas para a Justiça".

O ataque à redação da revista em Paris ganhou enorme repercussão na imprensa norte-americana nesta quarta-feira.

É o destaque principal nos portais do The New York Times e no The Wall Street Journal, além de reportagens ao vivo constantes nas redes de televisão.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosTerrorismoAtaques terroristasMortesBarack ObamaDiplomacia

Mais de Mundo

Trump diz que vantagem de Flávio foi ‘impressionante’, mas que 2º turno será ‘muito disputado’

EUA retomam atendimento na embaixada e nos consulados no Brasil

Milei e Netanyahu parabenizam Flávio; Trump destaca rapidez da apuração no Brasil

Eleições 2026: para a imprensa estrangeira, Brasil mede força de Trump na América Latina