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Morales é 2º governante boliviano com mais tempo no poder

Presidente da Bolívia completa seis anos onze meses e um dia no governo


	Evo Morales: Presidente chegou ao poder pela primeira vez no dia 22 de janeiro de 2006 e em 2010, o político assumiu seu segundo mandato, que terminará somente em 2015
 (Aizar Raldes/AFP)

Evo Morales: Presidente chegou ao poder pela primeira vez no dia 22 de janeiro de 2006 e em 2010, o político assumiu seu segundo mandato, que terminará somente em 2015 (Aizar Raldes/AFP)

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Da Redação

Publicado em 23 de dezembro de 2012 às 15h02.

La Paz - O presidente da Bolívia, Evo Morales, se tornou o segundo governante de seu país com mais tempo contínuo no poder ontem, quando completou seis anos, 11 meses e um dia, afirmou neste domingo o ex-presidente e historiador Carlos Mesa.

Segundo Mesa, Morales completou 2.527 dias como presidentes da Bolívia, ficando atrás somente do militar Andrés Santa Cruz Calahumana, que governou o país durante nove anos e dez meses, entre 1829 e 1839.

No último sábado, Morales superou o militar Hugo Banzer Suárez, que foi governou a Bolívia durante exatos seis anos e 11 meses (2.526 dias), entre 1971 e 1978. Posteriormente, Suárez ganhou um mandato constitucional (1997-2002) nas urnas.

Além disso, segundo Mesa, o chefe de Estado boliviano ocupa o quinto lugar entre aqueles que mais anos governou o país, ficando atrás de Víctor Paz Estenssoro, que teve quatro presidências; de Banzer, que governou duas vezes, de Santa Cruz e de Ismael Montes, que também tiveram dois mandatos.

Morales chegou ao poder pela primeira vez no dia 22 de janeiro de 2006. Nesta mesma data, mas em 2010, o político assumiu seu segundo mandato, o qual terminará somente em 2015, quando ele terá completado nove anos seguidos no poder.

O presidente boliviano defendeu várias vezes que não há um impedimento constitucional capaz de barrar sua candidatura às eleições de dezembro de 2014, onde poderia alcançar seu terceiro mandato e ficar no poder até 2020, embora evite confirmar essa possibilidade explicitamente. EFE

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