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Merkel quer crescimento europeu, mas sem programas de estímulo

Para chanceler alemã, "o crescimento sustentátvel é baseado mais em educação e pesquisa, e na força inovadora de pequenas e médias empresas."

Merkel disse não acreditar que o crescimento só pode ser impulsionado com custosas medidas de estímulo do governo. (Sean Gallup/Getty Images)

Merkel disse não acreditar que o crescimento só pode ser impulsionado com custosas medidas de estímulo do governo. (Sean Gallup/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 1 de maio de 2012 às 14h23.

Berlim - A chanceler alemã Angela Merkel é contra programas de estímulo econômicos para ampliar o crescimento na Europa, mas está aberta à ideia de fortalecimento do Banco de Investimento Europeu (EIB), disse ela em entrevista ao jornal Hamburger Abendblatt que sairá na quarta-feira.

Na entrevista, Merkel disse não acreditar que o crescimento só pode ser impulsionado com custosas medidas de estímulo do governo.

"É importante nos afastarmos da ideia de que sempre custa dinheiro conseguir crescimento econômico", disse Merkel, de acordo com trechos da entrevista divulgados antecipadamente.

"O crescimento sustentátvel é baseado mais em educação e pesquisa, e na força inovadora de pequenas e médias empresas."

A Alemanha, que acabou com os problemas em sua economia em 2008/09 com um programa recorde de estímulo de 81 bilhões de euros, vem liderando os pedidos para os governos da zona do euro concentrem as políticas econômicas em medidas de austeridade, uma vez que a atual crise da região piorou.

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