Mundo

Kim Jong-Un fez cirurgia, diz inteligência sul-coreana

Serviço de inteligência da Coreia do Sul acredita que o dirigente norte-coreano passou por cirurgia para remover cisto do tornozelo

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un: Jong-Un ficou seis semanas sem aparecer (KCNA /Reuters)

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un: Jong-Un ficou seis semanas sem aparecer (KCNA /Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de outubro de 2014 às 09h17.

Seul - O serviço de inteligência sul-coreano acredita que o dirigente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, que ficou seis semanas sem aparecer em público, passou por uma cirurgia para remover um cisto do tornozelo, informou a agência de notícias Yonhap.

Em uma sessão com os deputados, o Serviço Nacional de Inteligência também informou que, no último ano, Kim rebaixou quase 200 oficiais do exército e que 50 pessoas foram executadas no país vizinho.

Uma equipe de especialistas viajou a Pyongyang entre setembro e outubro para extirpar o cisto detectado no líder norte-coreano em maio, informaram parlamentares que estavam na sessão.

Kim compareceu a um concerto com a esposa no início de setembro e depois ficou seis semanas afastado dos eventos públicos.

A ausência provocou todo tipo de especulações sobre sua saúde e, inclusive, boatos de um golpe de Estado no país comunista.

O líder norte-coreano voltou a aparecer em público em meados de outubro, durante uma visita a um novo complexo residencial em Pyongyang.

As imagens exibidas pela televisão estatal o mostraram caminhando com a ajuda de uma bengala.

As 50 execuções no último ano estão relacionadas com o processo de punições que Kim iniciou contra os colaboradores de seu tio e ex-mentor político, Jang Song-Thaek, que foi executado pelo regime em dezembro de 2013, acusado de corrupção e traição.

Acompanhe tudo sobre:PolíticaCoreia do NorteÁsiaCoreia do Sul

Mais de Mundo

Qual é o argumento de Maduro para questionar prisão nos EUA?

EUA assinam acordo de cooperação nuclear com Arábia Saudita

Áustria inaugura delegacia na casa de Adolf Hitler para afastar neonazistas

Nicarágua quer acabar com as eleições de vez; Parlamento votará lei contra oposição