Mundo

Kerry pressionará países árabes a apoiar campanha contra EI

O presidente Barack Obama tem planos de uma nova campanha militar contra os militantes do grupo

John Kerry: secretário quer maiores direitos de sobrevoo por parte de aviões militares dos EUA (Brendan Smialowski/Pool/Reuters)

John Kerry: secretário quer maiores direitos de sobrevoo por parte de aviões militares dos EUA (Brendan Smialowski/Pool/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2014 às 08h09.

Jidá - O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), John Kerry, vai pressionar os líderes árabes nesta quinta-feira para que apoiem os planos do presidente Barack Obama de uma nova campanha militar contra os militantes do grupo Estado Islâmico, incluindo ajuda com maiores direitos de sobrevoo por parte de aviões militares dos EUA.

Autoridades norte-americanas lançaram a campanha contra o Estado islâmico como uma luta global contra os radicais islâmicos e a ameaça que eles representam, não só para a Síria e o Iraque, especialmente por atraírem combatentes estrangeiros vindos de quase todos os pontos do planeta.

Embora os EUA não tenham identificado ameaças específicas dentro dos Estados Unidos, as autoridades norte-americanas dizem acreditar que seus combatentes poderiam retornar aos países de origem e realizar ataques.

Num esboço do que Kerry iria buscar com os parceiros regionais em uma reunião de potências árabes e a Turquia em Jidá, um alto funcionário do Departamento de Estado disse: "Podemos precisar reforçar bases e sobrevoos... haverá em breve uma reunião dos ministros da Defesa para avaliar esses detalhes".

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPaíses ricosEstados Unidos (EUA)Oriente MédioBarack ObamaJohn Kerry

Mais de Mundo

Forças dos EUA atacam sul do Irã após Trump ressaltar progressos em acordo de paz

Trump diz que Irã nunca obterá uma arma nuclear em meio às negociações para encerrar guerra

Flávio Bolsonaro chega aos EUA sem confirmar encontro com Trump

China prevê investir mais de RMB 5 trilhões em novas redes elétricas até 2030