Mundo

Kerry condena sequestro do premier líbio

Ali Zeidan foi sequestrado hoje pela manhã por um grupo de uma brigada de ex-rebeldes. O premier foi solto oito horas depois


	John Kerry: "Os líbios não colocaram sua vida em jogo durante a revolução de 2011 (que levou à queda do regime de Muamar Khadafi) para tolerar um retorno à brutalidade"
 (Jacquelyn Martin/AFP)

John Kerry: "Os líbios não colocaram sua vida em jogo durante a revolução de 2011 (que levou à queda do regime de Muamar Khadafi) para tolerar um retorno à brutalidade" (Jacquelyn Martin/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2013 às 18h08.

O secretário de Estado americano, John Kerry, classificou nesta quinta-feira de ato de "brutalidade" o sequestro do primeiro-ministro líbio, Ali Zeidan, e afirmou que os Estados Unidos continuarão colaborando com Trípoli para garantir a segurança interna.

"Os líbios não colocaram sua vida em jogo durante a revolução de 2011 (que levou à queda do regime de Muamar Khadafi) para tolerar um retorno à brutalidade", declarou Kerry, em nota divulgada nesta quinta.

"Os fatos que ocorreram hoje (quinta) apenas ressaltam a necessidade de colaborar com o primeiro-ministro e com todos os amigos e aliados da Líbia para ajudá-los a reforçar rapidamente suas capacidades" de defesa, acrescentou Kerry.

Ali Zeidan foi sequestrado hoje pela manhã por um grupo de uma brigada de ex-rebeldes. O premier foi solto oito horas depois.

O sequestro aconteceu cinco dias depois da captura, em Trípoli, do cidadão líbio Abu Anas al-Libi em uma ação das forças especiais americanas. Segundo os Estados Unidos, Libi pertence à rede Al-Qaeda.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosÁfricaDiplomaciaLíbiaJohn KerrySequestros

Mais de Mundo

Trump ameaça Irã se houver bloqueio do Estreito de Ormuz: 'será atingido 20 vezes mais forte'

10º dia da guerra no Irã: Trump diz que conflito pode acabar em breve, 'mas não nesta semana'

Milei diz que guerra no Irã deve 'melhorar' a economia da Argentina

Lula deseja reforçar segurança do Brasil diante de ameaças externas: 'qualquer dia alguém invade'