Mundo

Juiz dos EUA aprova acordo do JPMorgan sobre caso Madoff

Acordo exige que o JPMorgan pague uma multa de 1,7 bilhão de dólares e que aprimore seus controles anti-lavagem de dinheiro


	JPMorgan: promotores acusaram o banco de violar a lei ao falhar em manter controles adequados anti-lavagem de dinheiro e ao falhar em enviar um relatório de atividade suspeita
 (.)

JPMorgan: promotores acusaram o banco de violar a lei ao falhar em manter controles adequados anti-lavagem de dinheiro e ao falhar em enviar um relatório de atividade suspeita (.)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de janeiro de 2014 às 08h15.

Nova York - Um juiz federal dos Estados Unidos aprovou na quarta-feira um acordo entre o JPMorgan Chase & Co e promotores dos EUA, para resolver acusações de que o banco violou leis anti-lavagem de dinheiro ao falhar em alertar autoridades sobre sinais preocupantes encontrados por seus funcionários em negócios com o fraudador condenado Bernard Madoff.

O acordo, que diferiu as acusações criminais contra o banco até 8 de janeiro de 2016, exige que o JPMorgan pague uma multa de 1,7 bilhão de dólares e que aprimore seus controles anti-lavagem de dinheiro. Caso se adeque aos termos até a data definida, os promotores podem descartar as acusações contra o banco.

P. Kevin Castel, juiz distrital dos EUA, aprovou o acordo de acusação diferida durante uma curta audiência na quarta-feira, dizendo que "Acredito que a necessidade de exigir intervenção judicial para proteger a integridade do processo é desnecessária".

Comparecendo para representar o banco, o conselheiro-geral JPMorgan, Steven Cutler, declarou "inocência" sobre duas acusações criminais de violar a legislação norte-americana. Os promotores acusaram o banco de violar a lei ao falhar em manter controles adequados anti-lavagem de dinheiro e ao falhar em enviar um relatório de atividade suspeita.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasPaíses ricosEstados Unidos (EUA)JPMorganLavagem de dinheirobancos-de-investimento

Mais de Mundo

Edgar Morin, filósofo francês, morre aos 104 anos

Ajuda dos EUA foi essencial para Colômbia combater grupos armados, diz analista

Eleição na Colômbia tem soldados com rifles e discursos em cabines blindadas

O Brasil pode ser a próxima Groenlândia de Donald Trump