Donald Trump: governo dos EUA afirma que contribuição financeira para o órgão liderado por Donald Trump será voluntária ( Alex Wong/Getty Images)
Repórter
Publicado em 21 de janeiro de 2026 às 07h33.
Os Estados Unidos afirmaram nesta terça-feira, 21, que a contribuição de US$ 1 bilhão para integrar o chamado Conselho ou Junta da Paz, o novo órgão internacional liderado pelo presidente do país, Donald Trump, e encarregado de supervisionar a resolução de conflitos internacionais, é de caráter voluntário.
"A adesão não acarreta nenhuma obrigação de financiamento obrigatório além do que um Estado ou parceiro escolha contribuir voluntariamente", explicou à imprensa um funcionário de alto escalão do governo Trump.
Veículos de imprensa americanos publicaram que os Estados Unidos exigiam uma contribuição de US$ 1 bilhão para quem quisesse integrar o órgão, que nasce como uma espécie de alternativa ao Conselho de Segurança da ONU.
Mas o funcionário disse que "os países que realizam contribuições significativas aos projetos e desejam ter uma supervisão adequada podem continuar participando".
Trump poderá liderar a Junta da Paz de forma vitalícia ou até que renuncie, inclusive após ter concluído seu mandato como presidente dos Estados Unidos.
No entanto, assim que Trump deixar esse cargo, será um futuro presidente americano quem designará o representante dos Estados Unidos para esse conselho.
Trump presidirá na próxima quinta-feira, durante o Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça), a cerimônia de fundação do Conselho da Paz.
*Com informações da EFE