Índices de emprego se mantêm estáveis na UE e na zona euro

Números mostram que a zona do euro continua em uma fase de estabilização

Bruxelas - O emprego na zona do euro e no conjunto da União Europeia (UE) se manteve estável no segundo trimestre do ano em relação ao período de janeiro a março, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo escritório estatístico do bloco, o Eurostat.

Os números mostram que a zona do euro continua em uma fase de estabilização após ter contido a perda de empregos no primeiro trimestre, enquanto nos 27 membros da UE aconteceu, pela primeira vez, uma quebra na perda de empregos (que caíram 0,2% entre janeiro e março).

Entre os 19 países com dados disponíveis, 11 tiveram aumentos em seu nível de emprego. As principais economias da UE tiveram altas, lideradas por Reino Unido (0,7%), Alemanha (0,2%) e França (0,2%), enquanto a Itália perdeu 0,2%.

As maiores quedas foram registradas na Estônia (-1,3%), na Grécia (-0,9%) e em Portugal (-0,6%).

Em relação ao segundo trimestre de 2009, o emprego desceu 0,6%, tanto na zona do euro quanto no conjunto da UE.

Mesmo assim, o número supõe uma melhora em relação ao descenso anualizado registrado no primeiro trimestre, com quedas de 1,2% na zona da moeda única e de 1,5% no conjunto da União.

O Eurostat calcula que, no segundo trimestre de 2010, 220,7 milhões de pessoas tinham emprego na União Europeia, dos quais 144,3 milhões trabalhavam na zona do euro.

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