Mundo

Incursão é contra "terrorismo" do Hamas, diz Israel

Primeiro ministro de Israel autorizou a ofensiva após o Hamas rejeitar o acordo de cessar-fogo proposto pelo Egito no começo da semana


	Tanques: ação acontece após ataques que mataram mais de 200 palestinos e um israelense
 (Ronen Zvulun/Reuters)

Tanques: ação acontece após ataques que mataram mais de 200 palestinos e um israelense (Ronen Zvulun/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de julho de 2014 às 17h51.

São Paulo - O Exército de Israel confirmou o inicio de uma ofensiva militar por terra contra a Faixa de Gaza nesta quinta-feira. Em comunicado, as forças armadas informaram que "iniciaram uma operação por terra na Faixa de Gaza" com o objetivo de "golpear significativamente o Hamas e sua estrutura terrorista".

A ação acontece após dez dias de ataques que mataram mais de 200 palestinos e um israelense.

Até agora, Israel tinha atingido cerca de 2 mil alvos em gaza, sempre em ataques aéreos ou por mar. O Hamas lançou cerca de 1.500 foguetes contra Israel.

O gabinete do primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou que ele autorizou a ofensiva após o Hamas rejeitar o acordo de cessar-fogo proposto pelo Egito no começo da semana.

A tentativa de militantes islâmicos de se infiltrar em território israelense através de um túnel, descoberta hoje, também foi decisiva para disparar o ataque por terra. Ainda não existem informações sobre o número de soldados envolvidos na ação.

"Devido às desprezíveis e persistentes agressões do Hamas e a perigosa tentativa de se infiltrar em nosso território, Israel é obrigado a defender seus cidadãos", informou o comunicado.

Com informações da Associated Press

Acompanhe tudo sobre:PalestinaIsraelConflito árabe-israelenseHamasFaixa de Gaza

Mais de Mundo

Juiz mantém acusações contra Nicolás Maduro, mas questiona sanções que limitam defesa

Assinatura de Trump será adicionada às notas do dólar americano, diz jornal

Trump estende suspensão de ataques a instalações energéticas do Irã até 6 de abril

Trump diz que novas acusações contra Maduro podem ser apresentadas em tribunal de NY