Mundo

Homem esfaqueia mulher em estação de trem nos EUA e é morto

A estação foi brevemente esvaziada e fechada, mas foi reaberta e os trens estão funcionando normalmente, disse Polly Hanson da companhia ferroviária Amtrak


	Washington: o segurança, um guarda de uma empresa de segurança privada, viu o homem esfaquear a mulher e o perseguiu, disse o porta-voz da polícia, Gwendolyn Crump
 (Jeffrey/Flickr/Creative Commons)

Washington: o segurança, um guarda de uma empresa de segurança privada, viu o homem esfaquear a mulher e o perseguiu, disse o porta-voz da polícia, Gwendolyn Crump (Jeffrey/Flickr/Creative Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2015 às 16h08.

Washington - Um homem esfaqueou uma mulher na maior estação de trens de Washington, a Union Station, e, em seguida, foi baleado por um segurança, de acordo com autoridades. Não há suspeita de conexão com os ataques terroristas de 11 de setembro.

"Obviamente, sendo hoje o dia 11 de setembro, os temores cresceram. Várias pessoas saíram correndo do local", disse Jeff Brown, comandante de polícia. Acredita-se que o incidente seja de cunho doméstico.

A estação foi brevemente esvaziada e fechada, mas foi reaberta e os trens estão funcionando normalmente, disse Polly Hanson da companhia ferroviária Amtrak.

O segurança, um guarda de uma empresa de segurança privada, viu o homem esfaquear a mulher e o perseguiu, disse o porta-voz da polícia, Gwendolyn Crump.

O homem se virou e apontou a faca para o segurança, ameaçando ele, segundo a polícia. O guarda disparou um tiro e o homem foi atingido na lateral.

Tanto o homem quanto a mulher foram levados para hospitais e, segundo a polícia, não corriam risco de morrer. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:ArmasViolência urbanaWashington (DC)

Mais de Mundo

EUA anunciam a emissão de passaportes com rosto e assinatura de Trump

Jovem se declara culpado de planejar atentado em show de Taylor Swift

Emirados aumentarão produção de petróleo após deixar Opep, prevê Eurasia

Emirados Árabes anunciam saída da Opep e Opep+ após mais de 50 anos