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Governo Trump minimiza marcha de supremacistas brancos nos EUA

Secretário do Interior afirma que manifestação é protegida pela liberdade de expressão, apesar de condenar as ideias defendidas pelo grupo

No sábado, 4, enquanto milhares de pessoas participavam das celebrações do 4 de Julho, centenas de manifestantes mascarados, alguns carregando bandeiras confederadas e outros exibindo símbolos do grupo supremacista Patriot Front, marcharam pela capital americana gritando: "Vamos recuperar os Estados Unidos!".

No sábado, 4, enquanto milhares de pessoas participavam das celebrações do 4 de Julho, centenas de manifestantes mascarados, alguns carregando bandeiras confederadas e outros exibindo símbolos do grupo supremacista Patriot Front, marcharam pela capital americana gritando: "Vamos recuperar os Estados Unidos!".

Publicado em 5 de julho de 2026 às 14h16.

Um integrante do alto escalão do governo do presidente Donald Trump minimizou neste domingo, 5, a marcha de um grupo de supremacistas brancos realizada na véspera em Washington, durante as comemorações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos, e defendeu o direito à liberdade de expressão previsto na Constituição americana.

No sábado, 4, enquanto milhares de pessoas participavam das celebrações do 4 de Julho, centenas de manifestantes mascarados, alguns carregando bandeiras confederadas e outros exibindo símbolos do grupo supremacista Patriot Front, marcharam pela capital americana gritando: "Vamos recuperar os Estados Unidos!".

Em entrevista à CNN, o secretário do Interior, Doug Burgum, afirmou que discorda das ideias defendidas pelo grupo, mas ressaltou que elas estão protegidas pelo direito à livre manifestação.

"O que eles defendem é algo com que eu jamais poderia concordar. Mas um dos princípios fundamentais dos Estados Unidos, que torna a democracia bagunçada, é a liberdade de expressão", disse.

Burgum acrescentou que, embora considere algumas manifestações "ofensivas e condenáveis", a legislação americana garante esse direito.

"Estamos em um país onde alguém pode se candidatar e ser eleito declarando-se comunista, ainda que isso seja justamente contra o que nossa nação tem combatido", afirmou.

Vestidos com calças e bonés cáqui e camisas azul-marinho, os manifestantes, aparentemente liderados por Thomas Rousseau, fundador do Patriot Front, ocuparam estações do metrô de Washington, concentraram-se em frente à Union Station e seguiram em marcha em direção à região do Capitólio, segundo relatos locais.

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