Mundo

Fortes chuvas no Chile deixam 2,7 mil isolados e 250 casas danificadas

FOi declarado eclarado estado de calamidade nas regiões de Valparaíso, Metropolitana, O'Higgins, Maule, Ñuble e Bíobío; ao menos 3 pessoas estão desaparecidas

Casa destruída em Santiago, no Chile, após fortes chuvas (Lucas Aguayo Araos/Anadolu Agency via/Getty Images)

Casa destruída em Santiago, no Chile, após fortes chuvas (Lucas Aguayo Araos/Anadolu Agency via/Getty Images)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 25 de junho de 2023 às 08h59.

Última atualização em 25 de junho de 2023 às 08h59.

Priorizar nos meus resultados Google

As intensas chuvas no centro-sul do Chile, que transbordaram rios e encheram vazões como não se via há décadas, deixaram pelo menos três desaparecidos, 2.759 pessoas isoladas e mais de 250 casas danificadas, informaram autoridades neste sábado, 24.

Foi declarado estado de calamidade nas regiões de Valparaíso, Metropolitana, O'Higgins, Maule, Ñuble e Bíobío, a fim de mobilizar recursos administrativos para facilitar a entrega de ajuda aos prejudicados, entre os quais mais de 1 mil estavam em abrigos. Foi relatado entre os desaparecidos um bombeiro, que estava ajudando nos esforços de socorro.

No escuro

Enquanto isso, um grande apagão está previsto em 34 das 52 comunas da região metropolitana, o que afetaria mais de 5 milhões de pessoas. O corte de água se deve à turbidez dos rios que abastecem a capital chilena e que a impossibilita de torná-la potável, segundo as autoridades.

O regime de chuva frontal deverá prolongar-se ao longo do fim de semana, sobretudo no sul do país. Estas são as chuvas mais intensas desde 1993, segundo afirmou na véspera a ministra do Interior, Carolina Tohá.

Acompanhe tudo sobre:ChileChuvas

Mais de Mundo

Por que multinacionais aumentam a aposta no petróleo da Venezuela após anos de queda na produção

Às vésperas das eleições no Brasil, Trump diz que ajudou a eleger políticos de direita na região

Por que a ApexBrasil abriu sua 1ª base na África em um país que cresce 9% ao ano

Fiocruz quer vender medicamentos à África pelo mesmo preço oferecido ao SUS