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FMI pede à China que reforce consumo interno

Após reunião do seu conselho de administração, entidade elogiou atuação de país asiático durante a crise

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI partcipou de reunião com o conselho de administração do fundo (AFP/Kim Jae-Hwan)

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI partcipou de reunião com o conselho de administração do fundo (AFP/Kim Jae-Hwan)

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Da Redação

Publicado em 28 de julho de 2010 às 08h53.

Washington - O Fundo Monetário Internacional pediu nesta terça-feira à China que reforce seu consumo interno, e elogiou a decisão de Pequim de adotar uma banda de flutuação do iuane.

"O desafio que enfrenta a China é o de determinar o ritmo e a sequência das medidas que lhe permitirão sair da política de incentivo orçamentário e de expansão do crédito para uma economia reorientada ao consumo privado", destaca o FMI em um comunicado publicado um dia após a reunião de seu Conselho de Administração, em Washington.

Os administradores do Fundo "felicitaram a China por sua resposta rápida e decisiva à crise econômica mundial" e pelo compromisso das autoridades "de respeitar o plano de ação decidido pelo G20 para um crescimento mundial forte, viável e equilibrado".

O Fundo também acolheu "favoravelmente a recente decisão" da China "de voltar ao regime de taxa de câmbio de flutuação controlada".

"Vários administradores estão convencidos de que a taxa de câmbio do iuane está abaixo do valor real, mas vários outros não concordam sobre este ponto", destaca o comunicado.

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